Governo angolano adjudica construção da Refinaria de Cabinda ao consórcio United Shine

Lusa




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A construção da Refinaria de Cabinda, que deverá ter uma capacidade diária de produção de 60 mil barris de petróleo bruto diária, foi adjudicada ao consórcio United Shine, em parceria com a Sonangol Refinação – Sonaref.

Em comunicado a que a agência Lusa teve hoje acesso, a Sonangol, petrolífera estatal angolana, refere que a United Shine tem uma participação de 90% e a Sonaref 10% do respetivo capital social.

A nota, que não refere as empresas que constituem o consórcio United Shine, salienta que a abertura do concurso internacional para a construção da Refinaria de Cabinda e do Lobito arrancou no quarto trimestre de 2017, tendo sido apuradas, na primeira fase, 28 das 68 empresas e consórcios que manifestaram interesse de investimento.

Na segunda fase, foram selecionadas sete candidatas, que foram submetidas a uma avaliação da sua condição jurídico-legal, competências técnicas e financeiras, realizada por uma “entidade independente e de reconhecida reputação internacional”.

A construção destas refinarias decorre no âmbito da estratégia de desenvolvimento da atividade de refinação de petróleo bruto em Angola.A construção da Refinaria de Cabinda, que deverá ter uma capacidade diária de produção de 60 mil barris de petróleo bruto diária, foi adjudicada ao consórcio United Shine, em parceria com a Sonangol Refinação – Sonaref.

Em comunicado a que a agência Lusa teve hoje acesso, a Sonangol, petrolífera estatal angolana, refere que a United Shine tem uma participação de 90% e a Sonaref 10% do respetivo capital social.

A nota, que não refere as empresas que constituem o consórcio United Shine, salienta que a abertura do concurso internacional para a construção da Refinaria de Cabinda e do Lobito arrancou no quarto trimestre de 2017, tendo sido apuradas, na primeira fase, 28 das 68 empresas e consórcios que manifestaram interesse de investimento.

Na segunda fase, foram selecionadas sete candidatas, que foram submetidas a uma avaliação da sua condição jurídico-legal, competências técnicas e financeiras, realizada por uma “entidade independente e de reconhecida reputação internacional”.

A construção destas refinarias decorre no âmbito da estratégia de desenvolvimento da atividade de refinação de petróleo bruto em Angola.

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