UNITA reitera necessidade de pacto de estabilidade

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O presidente do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiyaka, considerou, quarta-feira, no Lubango, que “o país vai precisar de um pacto de estabilidade nacional, proposto pelo seu partido, para dar continuidade do Estado”, caso vençam as eleições do dia 24 do mês em curso.

O político, que falava durante uma conferência de imprensa sobre cadernos eleitorais e o pacto de estabilidade, afirmou que o acordo é uma ideia que reserva garantias políticas, jurídicas e que vela ainda pela ordem e segurança económica, financeira ou patrimonial.

Afirmou que as pessoas têm receio de perder os privilégios e o património, daí o seu partido ter proposto o projecto para ser aprovado como lei, explicando como pode ser feita a transição de um governo para outro.

Destacou que o objectivo é torná-lo num documento acabado com a colaboração de todos, e poder implementar, caso ganharem as eleições, e governar com a inclusão e participação de todos.

O presidente do grupo parlamentar da UNITA, disse que ninguém deve ter medo de discutir os mecanismos da transição de uma administração para outra, a fim de assegurar a continuidade do Estado, pois todas as democracias o fazem.

Exortou os angolanos a manter a serenidade e a determinação, sem medo, uma vez que o poder político pertence ao povo, não aos partidos.

À propósito, o MPLA desmentiu, segunda-feira última, a existência de negociações entre dirigentes seus e a direcção da UNITA sobre uma hipotética transição política.

Em conferência de imprensa, o secretário do Bureau Político do MPLA para os Assuntos Políticos Eleitorais, João de Almeida “Jú” Martins, considerou “gratuitas” as afirmações que terão sido feitas a esse respeito pelo presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior.

Referiu que Adalberto Costa Júnior faltou com a verdade, “pois o poder não se negoceia”, e apelou o líder da UNITA a ser mais responsável nas suas abordagens.

O dirigente do MPLA confirmou ter mantido um encontro informal, em Maio deste ano, com o líder da UNITA, a pedido deste, sob intermediação do presidente do grupo parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira, sem, no entanto, ter sido aflorada alguma vez a questão de transição.

“O encontro foi uma iniciativa do presidente da UNITA, que queria falar comigo, e nós não tínhamos mandato nenhum para tratar de negócios de transição, nem doutra forma, porque o poder não se negoceia, mas sim conquista-se (…)”, sublinhou.

Angop

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