Conselho Económico e Social sugere acções contra a pobreza

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O Conselho Económico e Social, órgão de auscultação do Presidente da República, sugeriu, nesta sexta-feira, soluções estruturantes e maior assistência à população carenciada, no quadro das medidas para minimizar os efeitos da pobreza.

Na primeira reunião ordinária do ano em curso, os conselheiros debruçaram-se sobre o programa que visa criar políticas de apoio às famílias em situação de pobreza ou vulnerabilidade.

Entre os programas do Executivo angolano nessa direcção sobressai o KWENDA, avaliado em 420 milhões dólares norte-americanos (USD). Esse programa é financiado em 320 milhões USD pelo Banco Mundial, sendo os outros 100 milhões USD, provenientes do Tesouro Nacional.

Na sessão desta sexta-feira, os conselheiros abordaram o programa de financiamento alargado do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dezembro 2018 – Dezembro 2021.

Realce, neste particular, mereceram as contas fiscais, externas, mercado cambial e a criação de condições para a diversificação da economia, de modo a promover um crescimento sustentado do país, com a parceria do sector privado.

Quanto à relação com o FMI, o órgão fez uma apreciação favorável da sustentabilidade das finanças públicas e reconheceu a prevalência de alguns riscos.

Ainda no segmento económico, os conselheiros recomendam a melhoria das contas externas e públicas, ao mesmo tempo que apontaram a existência do desafio da inflação.

O Conselho Económico Social é composto por quarenta e cinco membros, escolhidos entre especialistas reconhecidos nas áreas das ciências económicas e sociais, bem como empresários e gestores que cumprirão um mandato de dois anos.

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