OMS pede a países que aumentem estado de prontidão contra variante Ómicron

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou hoje aos seus estados-membros ações prioritárias que aumentem o nível de prontidão na resposta à nova variante do coronavírus SARS-CoV-2, Ómicron, como alertas precoces e planos de mitigação nos sistemas de saúde.

Num comunicado hoje divulgado, a OMS pede que os países garantam que têm ao dispor sistemas de alerta precoce e planos de mitigação que mantenham os serviços de saúde essenciais a funcionar por forma a responder a potenciais surtos.

Pede ainda aos Estados que comuniquem regularmente informação científica sobre a Ómicron e outras variantes em circulação do coronavírus que provoca a doença covid-19.

A OMS alerta que “o risco geral associado à Ómicron é considerado muito alto por um conjunto de razões”, entre as quais o facto de o risco global associado à covid-19 se manter de forma genericamente muito elevado e os “preocupantes”, ainda que preliminares, dados científicos apontarem para que a variante escape à imunidade já atingida e tenha um nível de transmissibilidade mais elevado.

Estas condições podem “conduzir a surtos futuros com consequências severas”, refere a OMS, ainda que ressalve que esta avaliação científica ainda se reveste de “considerável incerteza” e que a informação vai continuar a ser atualizada.

A covid-19 provocou pelo menos 5.197.718 mortos mortes em todo o mundo, entre mais de 260,81 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Angola, segundo dados da direção nacional da saúde, morreram 1.733 pessoas e foram contabilizados 65.155 casos de infeção.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.

Lusa

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