Tshisekedi quer pan-africanismo de cultura de paz

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O Presidente em exercício da União Africana, Félix Tshisekedi, defendeu, este sábado, o reforço do movimento pan-africano em prol da promoção da cultura de paz e da não violência.

O também Chefe de Estado da República Democrática do Congo (RDC) intervinha na cerimónia de abertura da II edição da Bienal de Luanda, que visa promover a cultura de paz em África e no mundo, numa organização de Angola, a União Africana e UNESCO.

Félix Tshisekedi reafirmou que a União Africana tem na sua agenda 2063 a valorização da cultura de paz e o calar das armas até 2030.

O estadista lembrou que desde o nascimento do pan-africanismo a solidariedade cultural foi o fundamento para as aspirações políticas e económicas do continente.

Tshisekedi salientou que a cultura é a base comum, considerando também essencial o contributo da diáspora para as transformações sociais no continente.

Por seu turno, o Presidente da República do Congo, Dennis Sassou Nguesso, considerou essencial que o património africano, rico e diversificado, se  constitua em trunfo para impulsionar a paz e o desenvolvimento de África.

Dennis Sassou Nguesso afirmou que a cultura continua a ser uma forte alavanca para fortalecer laços, congregar as populações e apoiar a coesão social, a paz e a segurança.

Disse acreditar que a diversidade cultural dos países devia contribuir para acabar com os estereótipos, preconceitos e a disseminação da ignorância.

Para o estadista de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, a paz é urgente, inerente à pessoa humana.

“A paz é mais urgente hoje em plena pandemia e crise económica e social e deve ser para todos”, disse.

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que a cultura de paz é feita de património material e imaterial, com liberdade, igualdade, solidariedade e constrói-se todos os dias, no respeito pelo papel da mulher, no combate à pobreza, sem xenofobia e outras formas de discriminação.

Reafirmou o “companheirismo português na luta conjunta pela construção de uma cultura de paz, pela liberdade, igualdade e solidariedade.

Já o presidente de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, disse acreditar na promoção do diálogo para a consolidação da cultura da paz no continente africano e no processo de desenvolvimento e integração regional.

Exortou os dirigentes do continente a trabalhar em concertação com a União Africana para a preservação dos bens culturais africanos.

Ao longo de três dias, os delegados vão participar em diversas actividades culturais, recreativas e económicas.

A Bienal de Luanda é um projecto que nasce da convergência de políticas e programas estratégicos entre três parceiros principais, designadamente, o Governo de Angola, a UNESCO e a União Africana.

O evento apresenta e propõe espaços de reflexão, de exposição e de difusão de criações artísticas, boas práticas, ideias e saberes relacionados com a cultura de paz.

Angop

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