Presidente são-tomense em Angola para participar na bienal de Luanda

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O Presidente de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, disse hoje esperar que os encontros no âmbito da segunda edição da Bienal de Luanda, na qual participará, permitam contribuir para a promoção da paz.

O chefe de Estado são-tomense viajou hoje para Angola para participar na segunda edição da Bienal de Luanda, que decorre de 27 a 29 de novembro, sob o tema “Arte, Cultura, Património: Alavancas para a África que Queremos”.

“É um fórum muito dinâmico, muito virado para painéis sociais, sobretudo juvenis” e também “da promoção do género”, destacou o Presidente da República, antes de deixar a capital são-tomense.

Carlos Vila Nova destacou ainda que o evento “tem como objetivo promover, em termos preventivos, o combate à violência e resoluções de conflitos”, além da “forte componente de promoção de atividades culturais ao nível do continente africano e do diálogo entre as gerações”.

“Espero bem que o dinamismo que se levará aos trabalhos nos diferentes painéis nos possa, de facto, trazer resultados e pelo que nos toca também levaremos e estaremos à altura com as nossas contribuições porque estas questões são transversais hoje, e quando nós podemos contribuir para promover a paz quer no continente africano, quer no mundo, eu acho que estamos a agir no bom sentido”, frisou o chefe de Estado são-tomense.

Resultado de uma parceria entre União Africana (UA), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) e Governo de Angola, a Bienal de Luanda 2021 pretende “promover a contribuição das artes, da cultura e do património para uma paz duradoura”.

O envolvimento dos jovens como “atores de transformação social para a prevenção de conflitos”, África e as suas diásporas face aos conflitos, crises e desigualdades e explorar o potencial dos oceanos para o desenvolvimento sustentável e a paz, completam os objetivos da Bienal, segundo a nota de imprensa da Coordenação do Comité Nacional de Gestão do evento.

As contingências ditadas pela pandemia de covid-19 obrigam a que a Bienal decorra de forma híbrida: presencial e virtual.

Nesse sentido, foi desenvolvida uma plataforma tecnológica que permitirá a transmissão em tempo real, tanto de Luanda para fora, como de outros países africanos que partilharão também os eventos realizados localmente, com tradução simultânea nas três línguas de trabalho definidas: português, inglês e francês e, no caso angolano, para a imprensa do país, nas línguas nacionais.

O programa da Bienal assenta em três eixos: Diálogo Intergeracional entre Líderes e Jovens; Festival de Culturas e Lançamento da Aliança de Parceiros por uma Cultura de Paz.

Lusa

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