Reunião da OPEP sem influência significativa nos preços do petróleo

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Os preços do petróleo fecharam sem tendências definidas nesta terça-feira (2), a poucas horas do início da reunião mensal da Opep e seus aliados, que se realiza na quinta-feira (4), numa altura em que alguns operadores avaliam a possibilidade de um aumento da produção maior do que o previsto.

O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em janeiro fechou estável (+0,01%) em relação ao fecho de segunda-feira em Londres, a 84,72 dólares.

Enquanto isso, em Nova York, o barril de WTI para entrega em dezembro, fechou em queda de 0,16% a 83,91 dólares.

Há vários dias o mercado espera a reunião mensal da Opep+, que será presidida por Angola através do ministro dos Petróleos e Recursos Mineiras, Diamantino de Azevedo.

Até agora, os operadores viam os produtores mantendo seu calendário anunciado em julho, de aumento medido da produção em 400.000 barris diários mensalmente até setembro de 2022.

Mas, “alguns pensam agora que a Opep+ poderia ir além” para aliviar o mercado, explicou James Williams, da WTRG Economics.

Nesta terça, o presidente americano, Joe Biden, mandou outra mensagem aos países produtores.

“Se olharem os preços da gasolina, do petróleo, é a consequência da recusa da Rússia e dos países da Opep de extrair mais petróleo”, disse à margem da conferência climática da ONU, COP26, em Glasgow.

Embora tenha se estabilizado, o preço da gasolina nos Estados Unidos era 60% superior nesta terça-feira ao nível de um ano atrás.

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