Líder da IURD Angola pede ao PR atenção especial para problema da igreja

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O bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) Angola apelou hoje ao Presidente angolano e ao executivo para “darem uma atenção especial” ao problema que afeta a igreja e os seus mais de 500 mil membros.

Alberto Segunda fez o apelo durante a conferência de imprensa em que anunciou a publicação em Diário da República, no dia 07 deste mês, do novo corpo diretivo da igreja, eleito em assembleia-geral extraordinária, em junho.

Segundo o bispo, “o que está em jogo não são apenas os líderes da igreja, mas sim os 500 mil membros que sofrem por conta dessa instabilidade dentro da instituição”.

“Pedimos uma atenção especial a quem de direito, das autoridades competentes para verem a resolução desse problema, na reabertura dos templos e também no desbloqueio das contas da igreja, porque temos funcionários, serviços”, exortou.

 O líder da IURD Angola apelou também aos pastores e bispos angolanos que se desvincularam da igreja a regressarem, realçando que os conflitos que os dividiam terminaram.

“Os problemas começaram em 2019, isso por pessoas que queriam tomar à força o poder da igreja, mas hoje eu poderia dizer que estes conflitos terminaram, uma vez que as autoridades reconhecem a liderança legítima da IURD”, disse Alberto Segunda.

Para o líder da IURD Angola, “o que resta agora é aquelas pessoas que um dia, por uma razão ou outra, preferiram enveredar por outros caminhos, voltarem”.

“A IURD está aberta, a IURD é uma igreja que prima pela ética, pela moral e pelo amor, ninguém é desprezado, ninguém será colocado fora, uma vez que há reconhecimento”, disse.

De acordo com Alberto Segunda, a IURD formou 13 bispos angolanos, dos quais dois trabalham no Brasil, oito se encontram em território nacional, e apenas três se desvincularam da igreja.

“Como é possível três que se desvincularam da instituição quererem açambarcar a direção da igreja, isso não é possível. É só para dizer que estamos firmes e fortes. A IURD é essa que veem aqui. Os 10 bispos angolanos estão aqui connosco, os 500 mil membros estão na fé, os mais de 10 mil obreiros estão na fé”, referiu.

Alberto Segunda salientou que foram instaurados na justiça angolana processos cíveis e criminais, manifestando-se confiante de que “tarde ou cedo” haverá um pronunciamento das autoridades judiciais.

“O que não é justo são pessoas que não são legítimas quererem açambarcar aquilo que não é seu”, frisou.

A IURD, fundada no Brasil pelo bispo brasileiro Edir Macedo, chegou a Angola em 1991 “e sempre funcionou da melhor forma possível, sem problema”, realçou Alberto Segunda.

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