CASA-CE lança em novembro projeto de programa de governação 2022-2027

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A CASA-CE, segunda maior força política da oposição angolana, vai realizar, entre 19 e 20 de novembro, o seu Conselho Consultivo Nacional para projetar os pilares que vão sustentar o seu programa de governação no mandato 2022-2027.

A informação foi hoje avançada pelo presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola — Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, quando apresentava a visão da coligação sobre o Estado da Nação.

Manuel Fernandes disse que a CASA-CE continua a preparar-se para o grande desafio eleitoral em 2022, com vista a superar os resultados de 2017 “e, se possível, ser Governo”, sendo este o objetivo político da coligação.

“Queremos ser parte do processo de alternância política, em Angola, e, a partir do arco da governação contribuir para a implementação de políticas públicas, que vão transformar positivamente a vida de Angola e dos angolanos”, referiu.

Segundo o líder da CASA-CE, no âmbito da governação participativa, “baseada nos valores da cidadania, na Constituição e na lei”, vão submeter, em tempo útil, o documento do seu programa de governação à contribuição de todas as sensibilidades, “para que o produto final reflita a vontade nacional, fundada no grande propósito de salvar Angola para realizar os angolanos”.

O presidente da coligação, criada em 2012 e integrada por seis partidos políticos, entre os quais o Bloco Democrático, tendo como primeiro líder Abel Chivukuvuku, apelou aos angolanos a manterem-se firmes nos ideais patrióticos, de cidadania, democracia e participação ativa no destino histórico do país”.

Manuel Fernandes apelou ainda redobrada vigilância “contra ações que visam pôr em perigo a paz, a tolerância, a reconciliação nacional, o emprego, o combate contra a corrupção, a impunidade e a injustiça, bem como o desenvolvimento do bem-estar nacional.

Nas eleições de 2017, a CASA-CE conseguiu eleger 16 deputados à Assembleia Nacional, no entanto, a meio do mandato, em 2019, oito deputados retiraram-se da bancada parlamentar e passaram a independentes, depois de destituído do cargo o então líder da coligação, Abel Chivukuvuku, substituído por um dos vice-presidentes da organização política, André Mendes de Carvalho “Miau”.

Lusa

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