Guiné-Bissau assinala independência com mudança de geração de fracasso para a de concreto – PR

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O presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, defendeu, numa mensagem à nação para assinalar hoje o 48.º aniversário da independência, que o país vive um momento de mudança de uma geração de fracasso para a de concreto.

Umaro Sissoco Embaló afirmou que os guineenses se sentem “mais orgulhosos” do seu país, que, disse, resgatou a sua credibilidade interna e externa, fruto de uma diplomacia que visa o aumento da respeitabilidade e confiança dos parceiros internacionais.

“Iniciámos um novo ciclo político que coincide com uma clara mudança de geração. De uma geração que enfrentou os fracassos registados ao longo dos 48 anos de independência, para uma geração que, hoje, está determinada em traçar um novo rumo para a Guiné-Bissau. Não é por acaso que chamei a esta geração – que é a minha – a geração do concreto”, sublinhou.

O Presidente guineense considerou ainda que o país atravessa um momento de estabilidade político-institucional, o que tem potenciado a atração de investimento estrangeiro direto, que vai permitir o desenvolvimento socioeconómico.

Umaro Sissoco Embaló convida os guineenses a enveredarem na luta contra os males que afetam o bom rumo do país.

“Temos o dever e responsabilidade, enquanto cidadãos e patriotas, de preservar as conquistas que vamos alcançando e o respeito que vamos granjeando em África e no mundo, o que requer a implementação de ações mais enérgicas e eficientes no plano interno, com especial destaque para a luta sem tréguas contra corrupção e a injustiça”, observou o chefe de Estado.

Embaló enalteceu as ações tomadas pelas autoridades guineenses para enfrentar e combater a pandemia da covid-19, mas disse ser necessário “aumentar a capacidade de organização e resiliência” contra a doença.

Ainda a propósito da covid-19, o Presidente convidou os guineenses a uma “reflexão profunda e permanente” sobre a melhor forma de preservar a unidade e coesão no país.

A Guiné-Bissau tornou-se independente, de forma unilateral, em 24 de setembro de 1973 e só seria reconhecida como tal por Portugal, então potência colonizadora, em 10 de setembro de 1974.

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