Angola e RDCongo querem acelerar projeto de exploração petrolífera conjunta

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Os ministros dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola e o seu homólogo da República Democrática do Congo (RDCongo) estão reunidos em Luanda, para dinamizar o projeto de exploração petrolífera conjunta, existente há vários anos.

“A zona de interesse comum de exploração petrolífera dos dois países é um projeto que vem de há alguns anos, infelizmente, não com o dinamismo que se esperava, mas nós tudo temos feito para trazer maior dinamismo e para que possamos efetivamente passar à implementação dos projetos”, disse Diamantino de Azevedo, em declarações emitidas pela rádio pública angolana.

Segundo o ministro angolano, uma das ações é olhar para o cronograma de ações, atualizá-lo e dar seguimento ao trabalho.

O governante frisou que a par da análise do dossier da Zona de Interesse Comum (ZIC) no domínio dos hidrocarbonetos, está a decorrer um trabalho, realizado por equipas que integram representantes da petrolífera angolana Sonangol e a empresa nacional de combustíveis da RDCongo, sobre a comercialização de derivados de petróleo entre os dois países.

Outra preocupação de que trata o encontro, que termina sexta-feira, tem a ver com o contrabando de combustíveis, de Angola para o país vizinho, no sentido da criação de estratégia conjunta, mediante ações de fiscalização dos dois Estados.

Por sua vez, o ministro dos Hidrocarbonetos da RDCongo, Didier Ntubuanga, considerou a cooperação entre os dois países muito importante.

“Angola e a RDCongo são dois países irmãos e a experiência que Angola tem na área de hidrocarbonetos, se nós andarmos juntos podemos ir longe, para nós é muito importante esta reunião e esperamos bons resultados”, frisou.

No ano passado, os dois países criaram um comité técnico conjunto para a zona comum de exploração petrolífera, decisão saída no final de um encontro realizado entre as partes em Luanda.

O entendimento sobre a exploração petrolífera comum das águas da bacia inferior do Congo foi assinado em junho de 2003, entre os Governos de Angola e da RDCongo, que serviu para a criação de um corredor marítimo comum de exploração petrolífera, definidas pela ZIC.

Angola e a República Democrática do Congo partilham uma vasta fronteira terrestre, marítima e fluvial e nos últimos anos cresce o contrabando de combustível na zona comum, denunciadas constantemente pelas autoridades.

Lusa

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