Banco Mundial procura novas áreas para investimento

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O Banco Mundial está a identificar novas áreas para investimentos no corredor do Lobito, de modo que haja mais desenvolvimento socioeconómico das províncias do Bié, Benguela, Moxico e até à fronteira da Zâmbia e Congo Democrático.

Segundo o director Regional do Banco Mundial (BM) para Angola, Burundi, RDC e São Tomé e Príncipe, Jean-Christophe, que falava no encontro que manteve nesta segunda-feira com o governador do Bié, Pereira Alfredo, no âmbito da sua visita de algumas horas nesta região, sublinhou ser pretensão do banco financiar projectos do Executivo angolano, virado para este corredor.

Jean-Chrstophe adiantou ainda que a equipa local começou já a auscultar os governos províncias, sobretudo deste corredor, a fim de apontarem as áreas que carecem de investimentos.

Por este motivo, reiterou haver disponibilidade do Banco Mundial em apoiar projectos do Executivo angolano, com vista a permitir melhorar as condições de vida das populações.

Por sua vez, o governador provincial do Bié, Pereira Alfredo, afirmou que o Governo necessita de investimentos que alavancam o parque industrial do Cunje, que tem capacidade de instalar mais de 50 unidades fabris.

Adiantou ainda que a província carece de financiamento na área da agricultura, sobretudo para as famílias camponesas e não só, visando aumentar a produção local, tendo em conta a redução das importações que o Executivo pretende a curto prazo.

Considerou ainda imperioso a construção da cadeia logística, situado no município do Cunhinga, a 30 quilómetros do Cuito, com vista a permitir o escoamento de produtos agrícolas sem constrangimentos nas províncias do Moxico, Malange, Cuando Cubango, Huambo, Benguela e nas lundas.

Disse igualmente necessitar de investimento para a reabilitação da estrada Cuito/Cuemba, bem como Cuito/ São Lucas, com vista a possibilitar o escoamento dos produtos agrícolas para o Norte  e Leste do país.

O governador acrescentou também carecer de infra-estrutura ligadas à área do saneamento básico, educação, energia e água para contribuir significativamente no bem-estar das populações desta província.

Em Angola, o BM já financiou várias iniciativas voltadas para a Economia e aspectos sociais, como melhoria do abastecimento de água, do  fornecimento de energia, combate à pobreza, entre  outros.

Angop

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