ENSA reforça resultados positivos no primeiro semestre de 2021

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A ENSA, líder do mercado de seguros em Angola, apresentou hoje as contas relativas ao primeiro semestre de 2021 com melhorias no resultado líquido e na generalidade dos indicadores, fruto da continuidade da implementação do seu Plano Estratégico 2020-2022.

O Guardião

O resultado líquido apurado no final de Junho de 2021 ascendeu a cerca de 2,9 mM AOA, mais 75% face ao registado no mesmo período do ano passado, num semestre marcado pela diminuição da taxa de sinistralidade de 33% para 31%.

Durante o semestre, os prémios brutos emitidos ascenderam 49,6 mM AOA com destaque para: O Seguro de Petroquímica, que se manteve em linha com o anterior;O Seguro de Doença, que apresentou um aumento de 21,5% relativamente ao período transacto, passando o seu peso, no total de prémios brutos, de 22,1% para 28,7%; Os Seguros de Acidentes de Trabalho e Automóvel registaram uma ligeira diminuição face ao período homólogo, de 5,2% e 8,3% respectivamente, mas mantendo o peso de 14,9% e 3,9% na globalidade face ao ano anterior.

O volume de indemnizações cifrou-se em 15,7mM AOA: uma redução de 7% face ao período homólogo (o que se traduz numa redução da taxa de sinistralidade) com destaque para:O Seguro de Petroquímica apresentou uma diminuição de 47,4% relativamente ao período transacto, passando o seu peso, no total das indemnizações, de 32,5% para 18,9%; O Seguro de Doença registou um aumento de 0,7% comparativamente ao ano anterior, passando o seu peso de 64,9% para 72,4% em 2021; Os Seguros de Acidentes de Trabalho e Automóvel registaram um aumento face ao período homólogo, de 46,0% e 48,7% respectivamente, reflectindo um aumento no peso da estrutura global das indeminizações de 2,1% para 3,4% e de 3,9% para 6,4%.

Entre Janeiro e Junho do presente ano, na prossecução da sua política de melhoria da eficiência, e em linha com as orientações do Plano Estratégico 2020-2022, as despesas da ENSA sofreram uma redução de 16,7% face ao período homólogo.

Verifica-se, assim, um reforço da margem de solvência para os 255%, superior aos 213% registados no final de 2020.

A primeira fase do processo de privatização da ENSA encontra-se em curso, prevendo-se que possa ser concluído até ao final do ano.

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