Moçambique apela à SADC para “máxima vigilância” contra “inimigo extraordinário”

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A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Verónica Macamo, apelou hoje à Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para colocar “máxima vigilância” contra a covid-19, qualificando a doença como “um inimigo extraordinário”.

Macamo falava na qualidade de presidente do Conselho de Ministros da SADC, durante a sessão extraordinária do órgão, que se reuniu por via virtual para analisar a situação de covid-19 na região.

“Gostaria de exortar a todos os Estados-membros a reforçarem as medidas de máxima vigilância e de cautela, assim como a redobrarem os esforços de prevenção, contenção e rastreio da pandemia”, disse a chefe da diplomacia moçambicana.

O novo coronavírus, prosseguiu, é “um inimigo extraordinário”, que impõe medidas de combate eficazes para que não continue a travar o desenvolvimento social e económico dos Estados da SADC e do modo geral.

Verónica Macamo manifestou reconhecimento ao pessoal da saúde pelo seu empenho e dedicação na luta para conter e vencer a “batalha” provocada pela covid-19.

A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação assinalou que a pandemia tem condicionado o desenvolvimento das atividades da SADC, defendendo ações eficazes para o cumprimento do calendário dos eventos da organização na atual conjuntura sanitária.

“Este exercício é de grande relevância face à aproximação da realização da 41.ª Cimeira da SADC, que terá lugar na República do Maláui, ainda neste mês”, destacou.

A pandemia de covid-19, prosseguiu, obriga a uma ponderação prudente da melhor forma de manter as instituições operacionais, em paralelo com o respeito pelas medidas restritivas em curso visando a contenção da propagação do vírus e proteção de vidas humanas.

Os Estados da SADC vivem em plena terceira vaga da pandemia de covid-19, com mais um aumento no número de mortes, internamentos e infeções, impulsionados pela prevalência da variante Delta.

Lusa

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