Portugal e Cabo Verde presentes ao mais alto nível na reabertura do Museu da Língua

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Os Presidentes da República de Portugal e de Cabo Verde, Marcelo Rebelo de Sousa e Jorge Carlos Fonseca, participam hoje nas cerimónias oficiais de reabertura do Museu da Língua Portuguesa, após um incêndio de grandes dimensões em 2015 que danificou o edifício.

O museu, um dos primeiros a homenagear a língua portuguesa no mundo, estava fechado para recuperação desde o incêndio.

Segundo os responsáveis pelo museu, o público terá acesso à exposição temporária ‘Língua Solta’, que tem a curadoria de Fabiana Moraes e de Moacir dos Anjos.

“A mostra revela a língua portuguesa em seus amplos e diversos desdobramentos na arte e no quotidiano por meio de um conjunto de artefatos que ancoram seus significados no uso das palavras, como objetos da arte popular e da arte contemporânea, apresentados de maneira diversificada”, refere um comunicado da Secretaria de Cultura de São Paulo.

Ao todo, 180 peças compõem a exposição, em cartaz no primeiro andar do museu até 3 de outubro de 2021.

“A língua é solta porque perturba os consensos que ancoram as relações de sociabilidade dominantes, tanto na vida privada quanto na pública. Incorporada em imagens e objetos diversos, ela sugere outros entendimentos possíveis do mundo. E tece, assim, uma política que é sua”, frisou o curador Moacir dos Anjos.

Instalado na histórica Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa foi reconstruído após incêndio que o atingiu em dezembro de 2015.

Um dos primeiros museus totalmente dedicados a um idioma no mundo, ele promove um mergulho na história e na diversidade do idioma através de experiências interativas, conteúdo audiovisual e ambientes imersivos.

Na sua renovada exposição de longa duração, que ocupa o segundo e terceiro andares do edifício, o Museu da Língua Portuguesa vai apresentar experiências inéditas, como “Falares”, que traz os diferentes sotaques e expressões do Brasil; e “Nós da Língua Portuguesa”, que aborda a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

E serão mantidas as principais experiências que marcaram os quase 10 anos de funcionamento do Museu (2006 a 2015) – como a “Praça da Língua”, espécie de ‘planetário do idioma’, que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada em um espetáculo de som e luz.

A reconstrução do Museu tem como patrocinador principal a EDP Brasil, como patrocinadores Globo, Itaú Unibanco e Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O IDBrasil Cultura, Educação e Esporte é a organização social responsável pela gestão do Museu.

Lusa

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