Dirigentes da UNITA acusados na PGR de agressão, incentivo ao ódio e violência psicológica

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Três dirigentes da UNITA, principal partido da oposição em Angola, foram notificados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para responderem em processos movidos por antigos membros do partido que os acusam de agressão, incitação ao ódio e violência psicológica.

O partido do “galo negro” diz que é mais um episódio de manobras de distração que tem a mão do MPLA.

Nelito Ekuikui, secretário provincial em Luanda, Tavares Mbulo, secretário do Cacuaco, e Aurélio Kachipangue, secretário municipal da JURA, o braço juvenil da UNITA, também em Cacuaco, são os acusados.

Para Ekuikui, tudo não passa de “mais uma manobra de diversão do MPLA”, e diz que as notificações da PGR nem tinham nomes das pessoas, apenas os cargos.

“Dizem apenas que os desertores da UNITA que têm estado a trabalhar com o MPLA em Luanda correm risco de vida e imputam isso a nós, da UNITA, mais uma manobra sem fundamento nenhum”, conclui o secretário provincial do partido da oposição.

A VOA tentou falar com os queixosos Kawuiki Costa e Domingos Pedro falar mas sem sucesso.

VOA

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