Aumenta em Espanha número de doentes nos cuidados intensivos

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O Ministério da Saúde espanhol classificou hoje como “muito delicado” o momento da pandemia que se vive em Espanha, onde os doentes com covid-19 ocupam já mais de 10% das unidades de cuidados intensivos.

Isto verifica-se embora tenha abrandado o número de novos casos, com mais de 61.000 desde sexta-feira e 8.100 diagnosticados no domingo.

A incidência acumulada a 14 dias aumentou 62 pontos no fim de semana e situa-se em 599,7 casos por cada 100.000 habitantes, e a dos últimos sete dias (324) indica que a pandemia continua a sua curva ascendente.

Quanto aos internamentos hospitalares, o Ministério da Saúde adverte que começa a haver “números preocupantes” e indica que o número de doentes internados com covid-19 aumentou 65% numa semana e, no caso das unidades de cuidados intensivos, cerca de 45%.

Neste momento, há mais de 1.000 pessoas nos cuidados intensivos em Espanha, com uma média de ocupação de 11,4% que, em algumas comunidades, dispara além dos 20%.

No país, metade da população tem a vacinação contra a covid-19 completa, uma vez que já foram imunizados 24 milhões de pessoas e são já dez as comunidades autónomas que também têm mais de 50% da sua população com a vacinação concluída, segundo dados do Ministério da Saúde.

O relatório da Saúde sobre a vacinação indica que, após terem sido dadas na semana passada cerca de três milhões de doses, Espanha alcançou 50,7% da sua população com a proteção completa, número que representa 24.041.017 cidadãos, ao passo que 5.443.779 têm a primeira dose, pelo que se eleva a 29.484.796 (62,1% da população) o número de pessoas com pelo menos uma dose das vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2.

A região das Astúrias conseguiu completar a vacinação de mais de 60% da sua população, enquanto a Galiza e Castela e Leão se aproximam da mesma quantidade, e a Extremadura, Aragão, Navarra, La Rioja, o País Basco, a Cantábria e a Catalunha ultrapassam os 50% de cidadãos com a proteção total.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.093.263 mortos em todo o mundo, entre mais de 190,3 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o mais recente balanço da agência noticiosa francesa AFP.

Em Portugal, morreram desde o início da pandemia, em março de 2020, 17.215 pessoas e foram registados 932.540 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Lusa

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