Tribunal Provincial de Malanje arresta bens da empresa ZECIND

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Oficiais de diligências do Tribunal Provincial de Malanje e da Procuradoria-Geral da República (PGR) arrestaram, preventivamente, esta quarta-feira, seis empreendimentos comerciais à empresa ZECIND, propriedade de Carlos Mulu.

O Guardião

Na base da apreensão está o não pagamento de uma caução na ordem de 110 milhões de kwanzas, aplicada ao empresário Carlos Mulu, na sequência do processo-crime que envolve o ex-administrador municipal de Cacuso, Caetano Tinta, acusado de peculato, associação criminosa.

Entre os bens arrestados, em coordenação com o Serviço de Investigação Criminal (SIC), estão três farmácias, um centro médico, um supermercado e o Instituto Médio Politécnico.

Os bens em causa foram entregues a Caritas de Angola, como fiel depositária, para administrá-los, enquanto decorrem os trâmites processuais.

As empresas arrestadas do grupo ZECIND asseguram 100 empregos, salvaguardados nos termos do processo.

Jurista considera procedimento normal
 
Em declarações à ANGOP, o jurista Israel da Silva considerou “um procedimento normal” o arresto dos bens em causa, pois visa proteger o interesse da parte lesada no processo, representada pelo Ministério Público.

Carlos Mulu, empresário da ZECIND Lda, empresa que fazia parceria com o ex-administrador é também arguido no processo, o empresário viu os seus bens a serem arrestados pelo SIC por estar arrolado no crime de peculato, branqueamento de capitais, violação contractual e Associação de Criminosa.

O ex-administrador do Cacuso Caetano da Rita Tintas, foi detido por peculato, desonra dos princípios contractuais nas obras PIIM e apropriação dos bens públicos.

Pela desobediência à justiça foi aplicada a multa de 110 milhões de kwanzas para os arguidos.

Caetano da Rita Tintas e Carlos Mulo respondem pelo processo-crime n°4500/2020, que corre nos seus trâmites legais, ambos vão ser apresentados ao Tribunal para o julgamento.

 De realçar que os arguidos foram detidos a 3 de Fevereiro do ano em curso e aguardam julgamento em prisão preventiva.

Angop

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