Refinaria do Lobito vai criar 12 mil empregos e processar 200 mil barris por dia

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A Sonangol lançou esta sexta-feira o concurso público para o investimento na refinaria do Lobito, que vai produzir 200 mil barris de petróleo por dia e criar cerca 12 mil empregos, contribuindo para desenvolver um polo industrial do Lobito, anunciou a petrolífera estatal.

“A petrolífera nacional já efetuou várias fases do projeto, entre as quais o estudo de viabilidade económica, reavaliação do ‘feed’, dragagem da baía do Lobito, preparação dos terraços, conduta da estrada de cargas pesadas, passos que permitirão uma atuação mais eficaz aos possíveis parceiros”, informou a Sonangol num comunicado

O concurso foi lançado na Administração Municipal do Lobito, na presença de investidores nacionais e estrangeiros, bem como o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, que destacou o “significado especial” desta refinaria, num cenário em que 80% do combustível consumido é importado.

“O Estado angolano (…) direcionou esforços à potenciação do segmento de transformação do petróleo bruto, onde se integra a refinaria do Lobito, como uma iniciativa-chave para o cumprimento da meta relativa à redução ou erradicação da nossa dependência externa, em relação aos produtos refinados de petróleo”, disse o governante.

A construção de uma refinaria com esta capacidade de processamento “impactará significativamente a economia nacional e a vida das populações, dado que se eliminarão os riscos inerentes à subida do custo dos derivados a nível interno, motivados pelas flutuações cambiais e oscilação do preço dos refinados nos mercados internacionais”, prosseguiu.

Segundo Diamantino Azevedo, prevê-se a absorção de uma considerável força de trabalho nacional, com a disponibilização de cerca de oito mil postos de trabalho diretos e indiretos, na fase de construção, e mais quatro mil na fase de operação.

Além disso, o Estado angolano, “criou diversos incentivos fiscais, com horizontes temporais consideráveis, de modo a permitir um desafogo tributário e um certo nível de folgas financeiras para os empreendedores, e assim, salvaguardar a viabilidade económica do projeto”, indicou.

Lusa

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