Petrobras lança sua maior plataforma de exploração de petróleo no Brasil

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A brasileira Petrobras lançou hoje ao mar a “FPSO Carioca”, a maior plataforma de exploração ‘offshore’ desenvolvida para a empresa até agora, com capacidade para extrair o equivalente a 8% de toda a sua atual produção.

A gigantesca unidade flutuante adaptada para produzir, armazenar e transferir hidrocarbonetos tem capacidade para extrair até 180 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, além de armazenar até 1,4 milhões de barris, e o início de operação está agendado para agosto.

A embarcação, construída parte na China e parte no Brasil, não é apenas a maior plataforma da Petrobras em capacidade de produção, mas também em tamanho.

O navio-plataforma “FPSO Carioca” será o primeiro a ser instalado no campo de Sépia, área em águas muito profundas do oceano Atlântico na bacia de Santos, na qual a Petrobras tem concessão para explorar o pré-sal, uma área de exploração de petróleo com gigantescas reservas que podem tornar o Brasil um dos maiores exportadores de petróleo do mundo.

“O ‘FPSO Carioca’ é um exemplo da nossa estratégia de concentrar investimentos em ativos operacionais e produtivos de classe mundial, áreas com grandes reservas, baixo risco e custos competitivos”, disse, em comunicado, o presidente Petrobras, Joaquim Silva e Luna.

Segundo a petrolífera, que é controlada pelo Governo brasileiro, mas tem ações negociadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madrid, a nova plataforma conta com uma planta de 40 mil toneladas que garantirá a extração de óleo e gás.

Concebida para aumentar a eficiência e reduzir custos e emissões, a estrutura possui um sistema de retirada do gás carbónico (CO2) presente no gás natural extraído.

A unidade começou a ser construída na China em 2017 e é uma das 13 novas plataformas que a Petrobras colocará em operação no pré-sal entre 2021 e 2025 graças a um investimento de é 45 mil milhões de dólares (37,9 mil milhões de euros), informou a empresa.

As 13 plataformas vão juntar-se às 21 que a empresa já opera no pré-sal e que são responsáveis por 70% da produção de petróleo da empresa.

Lusa

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