MPLA sugere novo modelo de recolha de resíduos sólidos

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A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, destacou, nesta segunda-feira, a necessidade de se apostar em novas soluções para o saneamento básico e o modelo de recolha e tratamento de resíduos sólidos.

Luísa Damião, que falava no seminário sobre a gestão ambiental e de resíduos sólidos em Angola, promovido pelo  secretariado do Bureau Político do MPLA sob o lema “Os desafios da gestão ambiental para o alcance da sustentabilidade em Angola”, aponta para uma política de gestão integrada dos resíduos e do saneamento básico que tenha em conta a responsabilidade compartilhada e conjugada entre o Estado, as empresas operadoras, a família, a escola, a comunicação social, a população e a sociedade civil.

Na sua óptica, é  necessário que se defenda  uma política de desenvolvimento sustentável, que tenha em conta a preservação do meio ambiente, da saúde e da qualidade de vida dos cidadãos no quadro da dimensão política, económica, ambiental, cultural e social.

“Educar os nossos cidadãos no sentido do exercício da cidadania responsável deve fazer parte da acção e do pensamento político partidário e governamental”, disse.

Conforme a responsável partidária, a aposta no turismo como um dos principais impulsionadores do progresso sócio-económico de Angola só pode ser ganha se se tiver uma perspectiva progressiva de ordenamento do espaço marinho e costeiro, se cuidar mais  da conservação e restauração dos ecossistemas dos mares e rios e se houver uma legislação em que o crime não compense nunca.

“Temos que ser implacáveis na aplicação da Lei para não permitir que os mangais sejam violentados, que a desflorestação seja terreno fértil para os comerciantes, que a caça furtiva continue impune, para se evitar as queimadas desordenadas e que os peixes e as riquezas marinhas sejam sujeitos a pirataria de toda ordem”, reforçou.

Segundo Luísa Damião os angolanos têm um país abençoado, com praias maravilhosas e montanhas que roçam os céus, uma culinária apimentada pelos sabores dos melhores manjares e, uma fauna e flora que são autênticas réplicas das florestas e do mundo animal.

“Sobretudo, fomos bafejados com a maior das graças: o nosso povo, rico na sua diversidade cultural e poderoso na unidade da vontade de construir uma Nação cada vez mais desenvolvida, democrática e inclusiva”, asseverou.

No entanto, frisou que nada valerá se todos e cada angolano não cuidar da biodiversidade e gestão sustentável dos recursos naturais, se não se desenvolverem acções de dignificação e valorização dos recursos humanos, se não se proteger a diversidade biológica terrestre e marinha e se não se garantir os ecossistemas em prol da qualidade de vida dos angolanos e do desenvolvimento do país.

Durante o seminário foram abordados temas como “ os desafios da gestão ambiental para o alcance do desenvolvimento  sustentável de Angola”, “A educação ambiental como ferramenta para a cidadania ambiental bem como a importância da gestão das águas residuais e do saneamento básico para a melhoria da qualidade de vida das populações”.

Angop

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