Pelo menos quatro mortes e 159 desaparecidos após desabamento de prédio em Miami

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Pelo menos quatro pessoas morreram e 159 estão incontactáveis após o desabamento de um prédio perto de Miami, Estados Unidos, mas as autoridades ainda têm “esperança” de encontrar pessoas vivas, disse hoje a ‘mayor’ do condado de Miami-Dade.

“O número de pessoas que não conseguimos contactar aumentou para 159. Além disso, confirmamos um aumento no número de mortes que agora é de quatro”, afirmou Daniella Levine Cava, em conferência de imprensa.

A ‘mayor’ (presidente da câmara municipal) de Miami-Dade disse ainda que as autoridades têm esperança de encontrar pessoas vivas no prédio que desabou na manhã de quinta-feira, em Surfside.

“Continuaremos as operações de busca e resgate porque ainda temos esperança de encontrar pessoas vivas. [As equipas de resgate] estão extremamente motivadas pela perspetiva de encontrar pessoas. Temos que os obrigar a fazer as rotações [de turnos], isso mostra o quão forte é a sua motivação”, acrescentou.

As autoridades ainda não adiantaram a causa do colapso, mas imagens vídeo recolhidas nas proximidades mostram que o centro do edifício parece colapsar primeiro, com uma secção mais próxima do mar a oscilar e desabar segundos depois, provocando uma enorme nuvem de pó que envolveu todo o bairro.

O teto do prédio estava a ser alvo de obras, mas ainda é desconhecido se isso estará ligado à causa do acidente.

Os hotéis já estão a acolher alguns desalojados, adiantou o ‘mayor’ de Surfside, Charles Burkett, estando a ser disponibilizado acesso a refeições e medicamentos.

As equipas de resgate estão a tentar determinar o número de desaparecidos, pedindo a ajuda dos residentes e que estes se dirijam às autoridades.

Cerca de metade dos 130 apartamentos do edifício foi afetada e as equipas de resgate tinham retirado dos escombros pelo menos 35 pessoas algumas horas após o incidente, tendo sido levado para o local equipamento para ajudar a estabilizar a estrutura.

A torre acolhia residentes permanentes e sazonais, sendo que o edifício tem registo dos visitantes, mas não dos proprietários que ali residem, adiantou o ‘mayor’.

Lusa

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