Taxa de mortalidade da malária cai para 5.1%

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

A taxa de mortalidade da malária na província da Huíla baixou de 7.2 para 5.1 por cento, nos últimos dois meses, devido ao reforço das medidas de controlo e prevenção levadas a cabo pelas autoridades sanitárias nos municípios.

O Guardião

Apesar de as medidas preventivas estarem em implementação há já um ano, mediante o reforço da luta anti-vectorial e identificação prévia dos locais com maior proveniência doentes, só desde Abril último é que se começaram a observar os resultados do programa dirigido pelo gabinete da saúde.

Em declarações à ANGOP, nesta quinta-feira, no Lubango, a directora provincial da Saúde, Luciana Guimarães, disse que, anteriormente, se registava uma média de 10 mortos por semana, num município, número caiu para quatro e o objectivo é continuar a reduzir.

Segundo a responsável, houve um investimento do Governo da Huíla, que adquiriu 50 Tifas para fumigação regular e eficaz nos 14 municípios, assim como foram feitas revisões das equipas técnicas municipais para a implementação dos seus planos a nível das comunas, com maior rigor e periodicidade.

Luciana Guimarães ressaltou haver maior regularidade na disponibilização de anti-palúdicos e de forma directa aos hospitais, assim como o reforço institucional dos hospitais provinciais que, através de plataformas de comunicação, ajudam a fazer uma melhor abordagem diária sobre a doença.

Apontou os municípios de Caluquembe, Lubango, Caconda e Quilengues como os mais endémicos, até Abril, defendendo uma contínua educação da população em relação à doença, uma vez que a preocupação é ainda o saneamento precário.

A Huíla, conforme a fonte, já teve mais de 1500 casos diários da doença e agora a cifra está a rondar os mil/dia, alertando para o perigo da busca por terapia tradicional, que muitas vezes é a causa principal de mortes, devido aos excessos na dosagem.

Sublinhou que não existe qualquer convénio entre a medicina natural e a convencional na Huíla, mas tem a noção da existência de instituições que estão a “tentar” melhorar a dinâmica naturopata, na abordagem do uso de ervas para melhorar algumas patologias, com a dosagem certa.

No primeiro trimestre do ano em curso, a Huíla teve 30 mil casos de malária, contra os 33 mil 671 do igual período anterior, ao passo que em mortalidade registaram-se 130 fatalidades, contra os 216 do igual trimestre de 2020.

Angop

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.