Justiça egípcia confirma penas de morte para 12 membros da Irmandade Muçulmana

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Um tribunal egípcio confirmou nesta segunda-feira a pena de morte para 12 membros da Irmandade Muçulmana, incluindo dois líderes do grupo no Egito, informaram fontes judiciais à AFP.

Desde 2013, o governo egípcio considera a Irmandade Muçulmana uma “organização terrorista”.

Fundado em 1928, o movimento islamista se posicionou desde meados do século XX como o principal grupo de oposição no Egito. Mas em 2013 o grupo foi afastado do cenário político, após o breve mandato de um ano como presidente de um de seus membros, Mohamed Mursi.

Mursi foi o primeiro presidente democraticamente eleito após a revolta popular de 2011, mas foi destituído pelo exército em 2013, sob as ordens do marechal Abdel Fatah al Sisi, que é o presidente desde então.

AFP

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