Brasil vai enviar reforços policiais para travar onda de ataques no Amazonas

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O Governo brasileiro autorizou na segunda-feira o envio da Força Nacional, órgão de elite da Polícia do país, para reforçar a segurança no estado do Amazonas, que atravessa uma onda de ataques de grupos criminosos.

“Atendendo à solicitação do governador do Amazonas, Wilson Lima, e visando ajudar no restabelecimento da paz e da ordem na capital do estado, acabo de autorizar o emprego da Força Nacional em Manaus”, escreveu o ministro da Justiça brasileiro, Anderson Torres, na rede social Twitter.

Segundo Anderson Torres, o planeamento operacional será definido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça.

Horas antes, o governador do Amazonas, Wilson Lima, havia pedido ao Governo Federal um reforço policial para “combater os atos de vandalismo” que assolam a região desde a noite de domingo.

Até à tarde de segunda-feira, as autoridades do Amazonas já haviam detido 31 suspeitos de participar nos ataques em Manaus e em cidades no interior da região, informaram fontes policiais.

Entre os detidos estão duas lideranças das organizações que alegadamente planearam os ataques e uma criança de 11 anos, detalhou o secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Louismar Bonates, em conferência de imprensa.

Criminosos incendiaram uma ambulância, um prédio de um sindicato e queimaram uma caixa multibanco. Também dispararam contra uma esquadra da polícia no centro da cidade, onde houve troca de tiros com os agentes de segurança.

Devido à onda de violência, os autocarros não circularam em Manaus na segunda-feira, pelo segundo dia consecutivo, depois de pelo menos 16 veículos terem sido incendiados na madrugada de domingo.

As autoridades suspeitam que os atos de vandalismo sejam uma resposta à morte de um traficante de drogas, membro de um grupo criminoso, durante uma operação policial realizada sábado em Manaus.

A ordem para a onda de ataques teria vindo de dentro de uma prisão onde estão vários líderes da fação criminosa a que pertencia o traficante de drogas morto, identificado como Erick Batista Costa, conhecido como Dadinho.

Lusa

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