PR moçambicano quer levar eletricidade a 10 milhões até 2024

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O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, reafirmou hoje a meta de levar eletricidade a casa de 10 milhões de moçambicanos até final do ano 2024.

“A nossa governação ambiciona que mais de 10 milhões de moçambicanos tenham acesso a luz elétrica pela primeira vez nas suas residência até 2024”, referiu, considerando a energia como a chave para o desenvolvimento do país.

“O nosso ambicioso desafio consiste na eletrificação de todas as sedes de postos administrativos ainda sem acesso a energia elétrica até final da minha governação, através da rede elétrica nacional e da instalação de sistemas autónomos alimentados por fontes renováveis”, detalhou.

O chefe de Estado falava durante a assinatura dos acordos de lançamento dos projetos de gás e energia em Temane, sul do país. A Central Térmica de Ciclo Combinado de Temane vai ser a principal central construída em Moçambique após a independência, um investimento de mil milhões de dólares (900 milhões de euros), e vai alimentar a linha de alta tensão Temane-Maputo, outro empreendimento hoje lançado.

O Governo esteve representado pela Eletricidade de Moçambique (EDM) e Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), ao lado da petrolífera sul-africana Sasol e a empresa de energia e desenvolvimento de projetos Globeleq.

A petrolífera estatal sul-africana anunciou no início do ano que vai reforçar o investimento que tem nas jazidas de gás natural daquela região.

A central será alimentada pelas mesmas reservas no subsolo a partir das quais vai ainda nascer uma unidade de processamento de petróleo leve e de gás de cozinha. 

As duas infraestruturas – central térmica e linha – irão garantir a disponibilidade de eletricidade no âmbito da iniciativa governamental Energia Para Todos, que visa o acesso universal à energia para todos os moçambicanos até 2030.

A Central Térmica de Temane terá uma capacidade de 450 megawatts. 

“Hoje, testemunhamos o início excecional de uma visão que pretende fornecer energia para todos os Moçambicanos: este é um projeto transformador para o país, que unirá Moçambique do Norte ao Sul”, referiu durante a cerimónia a representante do Banco Mundial em Moçambique, Idah Pswarayi-Riddihough.

O Banco Mundial é um dos parceiros de financiamento dos empreendimentos, a par dos EUA, Noruega, Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Islâmico e Fundo para o Desenvolvimento Internacional da OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo.

Lusa

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