Presidente brasileiro critica Lula da Silva, Argentina e Venezuela

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, atacou hoje o ex-presidente Lula da Silva, a quem chamou de ladrão, e os regimes da Argentina e da Venezuela que considera comunistas, durante uma entrega de terras públicas para camponeses.

Já a pensar nas eleições presidenciais de outubro de 2022, nas quais aspirará à reeleição, Jair Bolsonaro criticou Luiz Inácio Lula da Silva, que assumiu na véspera que também pretende se candidatar novamente à Presidência do Brasil.

Sem citar o ex-presidente pelo nome, Bolsonaro falou em “ladrão quem quer ser candidato”.

“Falando em política, para o ano que vem, já tem uma chapa formada: um ladrão candidato a Presidente e um vagabundo como vice”, disse o chefe de Estado brasileiro.

A alusão coincidiu com a divulgação de uma foto sobre um encontro entre Lula da Silva e o também ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso, que aconteceu esta semana em São Paulo.

Além disso, uma nova pesquisa eleitoral do Exame/Ideia apontou que Lula da Silva venceria as presidenciais do próximo ano com 45% dos votos contra 37% que Bolsonaro obteria em caso de segunda volta, resultados semelhantes aos de outras sondagens.

“Veja o que acontece no mundo. Eles sabem que uma escolha errada pode levar o povo ao azar”, afirmou Jair Bolsonaro.

“Assim foi com [Hugo] Chávez e [Nicolás] Maduro na Venezuela” e “na Argentina também fizeram uma escolha errada”, assinalou Bolsonaro, numa clara referência ao atual Presidente argentino, Alberto Fernández, de tendência progressista.

O chefe de Estado insistiu: “Não queremos isso para nós, mas vai depender do que você escolher em 2022”.

Na opinião de Bolsonaro, “o comunismo não deu certo em nenhum lugar do mundo e não vai se instalar no Brasil”.

O Presidente brasileiro falava num município do estado do Maranhão, cujo governador é Flávio Dino, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que também foi criticado.

O chefe de Estado voltou a condenar as medidas de distanciamento social promovidas por governadores e prefeitos para conter o contágio do novo coronavírus, mas não fez alusão à situação da saúde no país, que tem quase 445 mil mortes por covid-19 e mais de 15,8 milhões de casos da doença confirmados.

Lusa

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.