China e Grã-Bretanha lideram lista dos principais credores de Angola

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A China e a Grã-Bretanha são os principais credores de Angola, detendo cerca de 68,9%, do total da dívida pública do País, segundo relatório da balança de pagamentos e posição do investimento internacional divulgado pelo BNA.

De acordo com o relatório, que reporta dados registados no IV trimestre de 2020, o valor total dívida de Angola situou-se em USD 68 286,1 milhões, contra os USD 68 320,5 milhões do III trimestre, representando uma ligeira redução de cerca de USD 34,4 milhões.

 No que concerne ao stock da dívida externa pública por país, nos gráficos, a China aparece em primeiro lugar com 43,9% contra os 43,6% registados no III trimestre de 2020, enquanto a Grã-Bretanha segue com 25%, observando-se ligeiro decréscimo em relação ao período anterior que foi de 25,6%.

Vem a seguir esses países, as organizações internacionais (11,4%), Israel (4,4%), Irlanda (2,5%), Portugal (1,8%), Espanha (1,7%), EUA (1,5%), Japão ( 1,5%),  Franca (1,2%) e o conjunto de outros países (5,3%).

Por sua vez, a dívida externa pública (Governo geral e sector público empresarial) registou um desagravamento ao atingir 50 114,5 milhões de dólares norte-americanos no trimestre em referência, contra 50 458,4 milhões de dólares norte-americanos no III trimestre de 2020.

Investimento externo

No mesmo período, o stock do investimento angolano no exterior foi de USD 3 238,6 milhões investidos, maioritariamente, em Singapura, Ilhas Maurícias, Ilhas de Man, Portugal e São Tomé e Príncipe.

A Singapura recebeu um investimento de USD 1 071,0 milhões, USD 725,2 milhões para as Ilhas Maurícias, USD 297, 0 milhões para as Ilhas de Man, USD 452,3 milhões para Portugal, São Tomé e Príncipe com USD 45,7 milhões, Cabo Verde USD 23,4 milhões e outros países USD 4,4 milhões.

O documento refere ainda que a posição líquida do investimento internacional, no IV trimestre de 2020, registou uma melhoria do seu saldo deficitário de USD 32 104,0 milhões contra os USD 32 984,2 milhões do III trimestre, justificado pela redução dos passivos numa magnitude superior à redução dos activos financeiros.

Comparativamente ao ano de 2019, a posição líquida do investimento internacional deteriorou-se 6,4%, ao passar de USD 30 178,0 para USD 32 104,8 milhões.

A descrição da posição líquida do investimento internacional é feita por activos e passivos que por sua vez cobrem investimento directo, de carteira derivados financeiros e outro de investimento activos de reserva.

Angop

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