Quase 3,3 milhões de mortos e 156,7 milhões de infeções desde o início da pandemia

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A covid-19 já provocou quase 3,3 milhões de mortos e mais de 156,7 milhões de infeções a nível mundial, registando-se mais 884.761 novos contágios em 24 horas, segundo o balanço diário da France-Presse (AFP).

No total, e desde que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi identificado na China em dezembro de 2019, pelo menos 156.790.180 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em todo o mundo e 3.272.332 mortos, tendo sido registados mais 13.882 vítimas mortais, desde sexta-feira, e mais 844.761 novas infeções, números que estão em linha com os valores do dia anterior.

A grande maioria dos pacientes recupera da doença covid-19, provocada pelo SARS-CoV-2, mas uma parte destas pessoas ainda relatam sentir alguns sintomas associados durante semanas ou mesmo até meses, segundo a agência noticiosa AFP.

A agência noticiosa francesa esclarece que estes números estão fundamentados nos balanços fornecidos diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as revisões realizadas posteriormente por organismos de estatística, como ocorre na Rússia, Espanha e no Reino Unido.

Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram, e de acordo com os respetivos balanços nacionais, a Índia com 4.187 óbitos, o Brasil (2.165) e os Estados Unidos (826).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado a nível global, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 580.901 mortes entre 32.652.028 casos recenseados, segundo a contagem da universidade norte-americana Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, a lista dos países mais afetados em termos globais continua a ser composta pelo Brasil (419.114 mortos e 15.082.449 casos), pela Índia (238.270 mortos e 21.892.676 casos), pelo México (218.657 mortos e 2.361.874 casos) e pelo Reino Unido (127.598 mortos e 4.431.043 casos).

Ainda entre os países mais afetados pela pandemia, e segundo a análise da AFP, a Hungria é atualmente aquele que conta com mais mortos em relação à sua população, com 294 óbitos por cada 100.000 habitantes, seguido por outros quatro países também europeus e que superam igualmente a barreira das duas centenas de mortes: República Checa (277), Bósnia (268), Montenegro (244) e Macedónia do Norte (243).

Por regiões do mundo, a Europa totalizava até hoje às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa) 1.089.329 mortes em 51.366.755 casos de infeção confirmados, a América Latina e as Caraíbas 948.402 mortes (29.710.364 casos), os Estados Unidos e o Canadá 605.417 mortes (33.921.943 casos), a Ásia 370.378 mortes (29.105.996 casos), o Médio Oriente 133.851 mortes (8.021.585 casos), a África 123.895 mortes (4.619.579 casos) e a Oceânia 1.060 mortes (43.967 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes de diagnóstico realizados aumentou significativamente e as técnicas de despistagem e rastreio melhoraram, levando a um aumento das infeções registadas e comunicadas.

No entanto, de acordo com a agência de notícias francesa, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do real número total de infeções, com uma proporção significativa de casos menos graves ou assintomáticos a não serem recenseados.

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente aos dados publicados no dia anterior, segundo referiu a AFP.

Lusa

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