Custos elevados forçam Sonangol a rever projeto de construção da refinaria do Lobito

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O presidente do conselho de administração da Sonangol, Sebastião Pai Querido Martins, informou esta sexta-feira que os técnicos da Kellog Brown & Root (KBR) vão iniciar no mês de junho os trabalhos de revisão da base de engenharia para dar andamento ao projeto de construção da refinaria do Lobito, província de Benguela.

Em declarações à imprensa, Sebastião Pai Querido Martins afirmou que “após esta fase, a petrolífera angolana vai procurar parceiros para avançar para a fase de construção, o mais rápido possível”.

Por seu turno, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, que esteve presente no local, disse que os elevados custos influenciaram na revisão do projeto.

“Com a avaliação preliminar dos aspetos económicos, estamos em condições de preparar o projeto e ver como efetivá-lo através da procura de parceiros, para a Sonangol poder dar continuidade.

Com um custo estimado em 5,6 mil milhões de dólares e capacidade projetada de processar 200 mil barris de petróleo por dia, a primeira pedra foi lançada em 2012 com previsão de conclusão em 2018. Mas, os trabalhos de impacto da refinaria estão parados desde 2016, altura em que foi feita, entre outras atividades, a terraplanagem, estradas asfaltadas de acesso e outras infraestruturas, pela empresa brasileira Odebrecht.

De acordo com dados divulgados pela Sonangol no seu sítio, o modelo de financiamento do projeto consiste no modelo BOOT (Buy-Own-Build-Transfer), que consiste na gestão terceirizada na qual um terceiro financia, constrói e opera as unidades sendo remunerado pelos serviços por um período específico, depois do qual a propriedade é transferida para a Sonangol.

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