Brasil soma mais 2.165 óbitos e aproxima-se dos 420 mil mortos

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O Brasil aproximou-se na sexta-feira de um total de 420 mil mortos (419.114) devido à covid-19, após ter contabilizado 2.165 óbitos nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde.

Em relação aos casos positivos, a nação sul-americana, com 212 milhões de habitantes, somou 78.886 novas infeções entre quinta e sexta-feira, totalizando 15.082.449 diagnósticos de covid-19 desde o início da pandemia.

O Brasil é um dos países mais afetados pela pandemia, ocupando a segunda posição mundial na lista de nações com mais mortes e a terceira com mais casos.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela tutela da Saúde, a taxa de incidência da doença no país aumentou hoje para 199 mortes e 7.177 casos por 100 mil habitantes. Já a taxa de letalidade da covid-19 mantém-se em 2,8%.

Geograficamente, São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, concentrando 2.984.182 casos do novo coronavírus e 99.989 vítimas mortais desde que a doença chegou ao Estado, o mais rico e populoso do Brasil.

Apesar de a vacina Coronavac, do laboratório chinês Sinovac, estar em falta em, pelo menos, 32 cidades do Estado de São Paulo, o governador, João Doria, conseguiu ser imunizado na sexta-feira com a primeira dose desse antídoto, que é produzido localmente pelo Instituto Butantan.

Doria, adversário político do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi vacinado pela primeira pessoa imunizada contra a covid-19 no Brasil, a enfermeira Mônica Calazans, e disse estar honrado.

“Todas as vacinas são boas, mas a minha foi Coronavac. Olha como é o mundo. No início de janeiro a CoronaVac era a ‘vacina da China’, a ‘vachina’, a ‘vacina do jacaré’, ‘que ia deixar você com sequelas, paralítico’, a ‘vacina do Doria’. Hoje, ela é a mais querida do Brasil, que todos querem tomar. Confiança é a credibilidade do Butantan, que já salvou 43 milhões no Brasil. 43 milhões que tomaram a CoronaVac”, disse Doria, mencionando algumas críticas feitas por Bolsonaro ao imunizante chinês.

“Briguei durante meses com o Governo Federal que não queria comprar essa vacina. O Presidente da República disse que não ia comprar e ponto. Em alto e bom som. Hoje é a vacina que mais salva vidas. Se não fosse o negacionismo e um esforço contra a vacina, Paulo Gustavo [ator brasileiro] e outros brasileiros poderiam ter sido salvos antes”, acrescentou Doria, de 63 anos, em declarações à imprensa.

A gestão de João Doria foi responsável por articular a parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac para a produção da Coronavac, atualmente o imunizante mais usado no Brasil, na campanha nacional de imunização.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.258.595 mortos no mundo, resultantes de mais de 155,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Lusa

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