Caminho-de-Ferro de Luanda contabiliza até duas pessoas colhidas por semana

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O Caminho-de-Ferro de Luanda (CFL) tem registado entre um e dois casos por semana de pessoas colhidas por comboio, situação que a empresa tem associado a suicídios e irresponsabilidade.

O último caso aconteceu na manhã de hoje, quando um homem ao tentar atravessar a linha férrea em lugar e altura imprópria foi colhido pelo comboio do CFL, confirmou à Lusa o porta-voz da empresa, Augusto Osório. 

“De facto, um cidadão foi colhido quando tentava atravessar inadvertidamente a linha férrea num local não autorizado. Não foi possível o maquinista frear a composição e acabou por ser colhido”, afirmou. 

Augusto Osório disse que são recorrentes essas situações e a empresa tem “tipificado esses casos como suicídios”. 

“Já temos notado que muitas pessoas, fruto das diversas situações que a vida se lhes impõe, querem acabar com a vida e muitos deles têm optado pelo caminho-de-ferro. Porque não é possível que alguém não dê conta de uma locomotiva potente, levando consigo uma composição potente, com um som estridente, uma grande vibração, e a pessoa não dá conta”, salientou. 

O responsável realçou que há outros casos que também acontecem por “pura incúria, pura irresponsabilidade das pessoas”, acabando muitas delas mortas ou gravemente feridas e com sequelas para a vida toda.

Segundo o porta-voz do CFL, há semanas com um e outras com dois casos.

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