Estudo no Reino Unido sugere que vacinas reduzem transmissão

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O Reino Unido registou 29 mortes e 2.166 novos casos nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Governo britânico, que hoje divulgou um estudo que sugere eficácia das vacinas para reduzir a transmissão do vírus.

O estudo da direção geral de Saúde de Inglaterra (Public Health England) descobriu que uma única dose de uma vacina Pfizer reduz em 49% a probabilidade de transmitir o vírus a familiares, enquanto a transmissão caiu 38% para aqueles imunizados com a vacina AstraZeneca.

Estes benefícios vêm juntar-se a indícios de que as vacinas reduzem as infeções sintomáticas em dois terços e reforça a esperança das autoridades na eficácia dos fármacos para controlar a pandemia de covid-19 e evitar adicionais vagas do novo coronavírus. 

“Esta é uma notícia fantástica. Já sabemos que as vacinas salvam vidas e este estudo é o estudo mais abrangente com dados do mundo real, mostrando que também reduzem a transmissão deste vírus mortal. Isto reforça ainda mais que as vacinas são a melhor maneira de sair desta pandemia”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock.

No total, 33.959.908 pessoas foram até agora imunizadas com uma primeira dose no Reino Unido, das quais 13.581.076 já receberam uma segunda dose, administrada com um intervalo de entre três e 12 semanas.

Segundo o Governo, mais de 25% dos adultos já receberam as duas doses.

Na terça-feira, o país tinha registado 17 mortes e 2.685 novos casos, mas nos últimos sete dias, entre 22 e 28 de abril, a média diária foi de 22 mortes e 2.399 casos.

O total oficial desde o início da pandemia no Reino Unido passou para 127.480 óbitos confirmados em 4.411.797 casos. 

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.137.725 mortos no mundo, resultantes de mais de 148,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.973 pessoas dos 835.563 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: Lusa

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