Pandemia já matou pelo menos 2,9 milhões de pessoas em todo o mundo

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A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 2.903.907 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Press.

Mais de 133.908.150 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG de hoje com base em fontes oficiais, sabendo-se que alguns países só testam os casos graves e outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de capacidades limitadas de testagem.

Na quinta-feira, registaram-se 13.619 mortes e 799.649 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência.

Os países que registaram mais mortes nesse dia foram o Brasil (4.249), Estados Unidos (999) e Índia (780).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 560.115 mortes e 31.003.070 casos, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 345.025 mortes e 13.279.857 casos, o México com 206.146 mortes (2.267.019 casos), a Índia com 167.642 mortes (13.060.542 casos) e o Reino Unido com 126.980 mortos (4.370.321 casos).

Entre os países mais atingidos, a República Checa é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 258 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Hungria (235), Bósnia e Herzegovina (220), Montenegro (214) e Bulgária (202).

Em termos de regiões do mundo, a Europa teve um total de 988.416 mortes em 45.757.565 casos de infeção, América Latina e Caraíbas 817.239 mortes (25.833.294 casos), Estados Unidos e Canadá 583.319 mortes (32.036.171 casos), Ásia 281.586 mortes (19.063.268 casos) , Médio Oriente 117.418 mortes (6.858.368 casos), África 114.924 mortes (4.319.964 casos) e Oceânia 1.005 mortes (39.522 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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