Privatizações da Sonangol e TAAG depende de saneamento

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A privatização parcial da empresa Sonangol, TAAG e da Endiama será feita mais tarde, após processo de saneamento financeiro e de reestruturação, informou hoje o ministro de Estado para Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior.

O governante, que apresentava o Programa de Privatizações (Propriv) como oportunidades de negócio aos empresários espanhóis, no  Fórum  de Negócios Angola- Espanha, apontou a alienação de 39 activos e participações do Estado, de um conjunto de 195, distribuídos pelo país e no estrangeiro.

No quadro dos resultados obtidos, o ministro de Estado  para a Cooperação Económica disse que o processo  vai continuar com rigor e transparência, baseando-se nas práticas internacionais.

Para 2021,  vão a privatização o banco BCI, detido maioritariamente pelo Estado, as participações nos bancos BAI,   Caixa Geral Angola, na seguradora Ensa, no ramo das telecomunicações, hotelaria e turismo e prestação de serviços.

A privatização dos activos e participações do Estado iniciou em 2019, e já foram vendidos empreendimentos nos sectores da Agricultura, como as grandes fazendas agro-pecuárias,  fábricas instaladas na Zona Económica Especial Luanda-Bengo, activos imobiliários da Sonangol, participações nas cervejeiras Cuca, Ngola e Eka,   entre outros empreendimentos.

O Forum de Negócios Angola-Espanha foi realizado no quadro da estadia do chefe do Governo o Reino da Espanha,  Pedro Sánchez Pérez Castejón,  que veio acompanhado com uma comitiva de empresários para se inteirar das oportunidades de investimentos no país.

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