Jair Bolsonaro afirma que o Exército é garantida de estabilidade no Brasil

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O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, afirmou hoje que o Exército é uma garantia de estabilidade no país e que a corporação sempre atuará dentro dos limites estabelecidos pela Constituição.

O Guardião

“Nosso Exército, de tradição, respeito e orgulho, reconhecido por toda a nossa população, representa estabilidade para o Brasil”, declarou Bolsonaro num ato de promoção de novos oficiais militares.

“Atuamos dentro das quatro linhas da Constituição e sempre agiremos assim”, mas “não podemos admitir quem, por acaso, queira sair desse quadro”, acrescentou o Presidente brasileiro, no seu primeiro ato público ao lado de militares desde que promoveu mudanças inesperadas no Ministério da Defesa e nas Forças Armadas.

Em 29 de março Bolsonaro anunciou a demissão do até então ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, numa reforma ministerial que envolveu mudanças em seis dos 23 ministérios do Governo brasileiro.

Azevedo e Silva foi substituído pelo também general Walter Braga Neto, militar muito próximo de Jair Bolsonaro, e as mudanças continuaram no dia seguinte com a substituição simultânea dos chefes da Marinha, Aeronáutica e do Exército, algo que não acontecia desde a ditadura militar (1964-1985).

No seu discurso, o chefe de Estado brasileiro não se referiu às mudanças nos comandos das Forças Armadas, que não foram explicadas até hoje.

Desde que assumiu o poder em janeiro de 2019, Bolsonaro tem-se escudado nas Forças Armadas para governar a ponto de quase metade de seus 23 ministros ter origem militar e cerca de 6.000 oficiais ocuparem cargos civis dentro do Governo.

Nos últimos meses o Presidente brasileiro também reforçou a presença militar nas empresas estatais.

Insatisfeito com a política de preços da Petrobras, Bolsonaro demitiu em fevereiro o economista Roberto Castello Branco da presidência da estatal e nomeou no seu lugar o general Joaquim Silva e Luna.

Até então, Silva e Luna era diretor da hidrelétrica de Itaipu, que o Brasil divide com o Paraguai, cargo que foi assumido na quarta-feira pelo também general João Francisco Ferreira.

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