Condicionalismo financeiros atrasam Porto do Caio

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A conclusão das obras de construção do Porto de Águas Profundas do Caio, na província de Cabinda, continuam condicionadas a disponibilidade financeira do país, informou, neste sábado, o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu.

De acordo com Ricardo de Abreu, que falava à margem da visita do Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, torna-se necessário desbloquear financiamentos da linha de crédito da China para concluir o projecto iniciado há mais de três anos.

Ricardo de Abreu avançou que as obras de construção do Porto de Águas Profundas do Caio estão ao nível dos 30 % de execução, com a construção do talude que vai permitir erigir os terminais de carga contentorizada e geral.

O ministro considera o porto como sendo um projecto geo-estratégico que servirá a Cabinda e os países limítrofes e os do Golfo da Guiné, principalmente.

Trata-se de infra-estrutura moderna, avaçou, que terá um impacto muito significativo na economia de Angola e de outros países, augurando que as finanças disponibilizem os recursos necessários.  

Segundo o ministro, o objectivo é o de criar uma alternativa moderna e eficiente em Cabinda, no domínio portuário, que beneficie também os países das regiões nos quais o país se insere.

Nesta visita de dois dias a Cabinda, Bornito de Sousa reuniu com os estudantes universitários e com o conselho de concertação social, para a troca de ideias sobre questões que afectam os dois sectores.

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