Cabinda ganha centralidade de três mil habitações

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As obras de construção da Centralidade de Cabinda, de três mil habitações, terão início ainda este ano anunciou hoje, sábado, o governador provincial, Marcos Alexandre Nhunga.

Em declarações à imprensa, referiu que os estudos topográficos estão concluídos e que os primeiros 200 a 300 apartamentos da Centralidade poderão estar prontos até ao final do ano em curso. 

De igual modo, deu a conhecer que outras três mil casas deverão ser também construídas no âmbito do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), bem com mais 500 apartamentos nos vários municípios da província. 

Ainda no domínio dos investimentos, Marcos Nhunga afirmou que aposta na agro-pecuária vai garantindo a auto-suficiência, referindo como exemplo os projectos de criação de 100 galinheiros, 30 pocilgas e a colheita de mais de 10 toneladas de cacau e de 20 de café, ao mesmo tempo que se prepara a terra e se distribui sementes para a agricultura familiar.

Neste contexto, falou da necessidade de se resgatar o potencial de zona franca de Cabinda, apostando na produção de bens e serviços essenciais cujos excedentes possam ser exportados, para contrapor a actual situação de alta de preços, inclusive os da cesta básica.

O antigo ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural adiantou que já se exporta mandioca e banana para as repúblicas do Congo e Democrática do Congo (RDC), estando as estratégias agora viradas à correcção do défice na produção de feijão e massificar a criação de gado bovino.

Para o governante, é essencial, nesta altura, a instalação de unidades de processamento de frutas para evitar desperdícios, quer pelos níveis actuais de produção, como para atende a demanda resultante nos próximos tempos das mais de 80 mil plantas frutíferas distribuídas. 

Água potável

Marcos Nhunga almeja que até ao final de ano 90% da população de tenha acesso à água potável, com a conclusão do projecto de construção do sistema de abastecimento a partir de Sassa Zau, com ligações domiciliárias e chafarizes, assim como a construção de cerca de 50 furos no município de Cabinda, que detêm cerca de 80% de cidadãos.

Acrescentou que para Belize e Buco Zau, aproveitando a localização, a opção passa por sistemas de gravidade visando atingir também várias aldeias. 

Porto

Informou que a província terá funcional, provavelmente até Junho, o ferry boat com a conclusão do quebra mar e da rampa de passageiros para facilitar a transportação de pessoas e mercadoria entre Cabinda e o resto do país, a partir de Soyo e Luanda, tendo acrescentado que as obras de construção do Porto de Águas Profundas têm um nível de execução de 50%, podendo a primeira fase estar concluída até ao final do ano e na globalidade em  2024, caso se supere a condicionante financeira.

Aeroporto 

Informou que decorre a reavaliação da viabilidade da construção de um novo aeroporto, atendendo os custos elevados, com a construção, o alargamento da pista e o realojamento das populações residentes no perímetro do projectado. 

Referiu que o actual, designado Maria Mambo Café, ainda serve desde que se assegura a manutenção regular e sejam melhoradas a sinalização e o sistema de sgurança.

O governador de Cabinda espera que a implementação e conclusão dos vários projectos estruturantes  e de relançamento da produção interna de bens e serviços contribua para a absorção de mão de obra local, particularmente, juvenil.

Acredita que o emprego de jovens iria contribuir para o seu empoderamento e concomitantemente para a melhoria das condições sociais de uma franja significativa da população da província mais a norte do país.

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