Pelos menos seis civis mortos em ataques extremistas no nordeste da Nigéria

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Pelos menos seis civis morreram e vários ficaram feridos nos ataques extremistas realizados na segunda e terça-feira na cidade de Dikwa, no nordeste da Nigéria, informou nesta quarta-feira (3) uma coalizão de 54 ONGs internacionais com sede no país.

As autoridades ainda não fizeram nenhuma avaliação, mas o Exército disse na terça-feira à tarde que havia expulsado os extremistas da cidade.

Antes, as Nações Unidas “condenaram energicamente” o ataque, que descreveram ao meio-dia de terça-feira como “ainda em andamento”.

Segundo a ONU, várias agências humanitárias e um hospital foram queimados ou danificados no “violento ataque” de um “grupo armado não-estatal”.

Fontes militares e humanitárias disseram à AFP na segunda-feira à noite que o ataque foi realizado por combatentes do grupo Estado Islâmico na África Ocidental (EI), que tem uma forte presença na região.

As fontes também afirmaram que 25 trabalhadores humanitários estavam presos dentro do local.

Cerca de 114.000 pessoas vivem em Dikwa, praticamente isolada do mundo porque a presença de grupos armados nas estradas de acesso torna extremamente perigoso viajar.

Entre elas, 75.470 pessoas deslocadas pelo conflito protagonizado desde 2009 pelos islâmicos dos grupos Boko Haram e Iswap vivem em acampamentos, a maioria deles anti-higiênicos, e dependem da ajuda humanitária para sobreviver.

Vivem sob a proteção de um “super acampamento” do Exército nigeriano, que também foi atacado na segunda-feira à noite, segundo fontes de segurança e humanitárias.

Desde o começo do conflito em 2009, mais de 36.000 pessoas morreram e mais de dois milhões de pessoas continuam sem poder voltar para casa.

Fonte: AFP

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