Instalações da ONU na Nigéria atacadas por terroristas do Estado Islâmico

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Combatentes ligados ao Estado Islâmico atacaram hoje instalações das Nações Unidas em Dikwa, nordeste da Nigéria.

Instalações da ONU na Nigéria atacadas por terroristas do Estado Islâmico

Na sequência do ataque, cerca de 25 funcionários de agências da ONU refugiaram-se num “bunker” dentro das instalações, que ao final do dia os insurgentes procuravam ainda penetrar, segundo a AFP.

“Os insurgentes incendiaram as instalações, mas até ao momento nenhum funcionário foi atingido”, referiu uma fonte das agências humanitárias.

A Oeste de Dikwa, no Estado de Zamfara, foram na semana passada sequestradas 317 alunas de uma Escola Secundária na cidade de Jangebe, depois de homens armados atacarem o centro.

O incidente em Zamfara ocorreu nove dias depois do sequestro, levado a cabo por homens armados, de 28 estudantes e vários professores da Escola de Ciências do Governo em Kagara, no Estado de Níger.

A 11 de dezembro, 344 alunos foram também sequestrados numa escola em Kankara, no estado de Katsina (noroeste), cuja autoria foi reclamada pelo grupo jihadista Boko Haram, que até então se limitava a atacar o noroeste do país, embora as autoridades os culpassem. 

No sábado, a União Europeia (EU) pediu a libertação “imediata e incondicional” das 317 alunas sequestradas.

O Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Josep Borrel, afirmou em comunicado que o “recente aumento de sequestros e ataques massivos no noroeste e centro da Nigéria causa medo e prejudica os mais vulneráveis da população, as crianças e mulheres”.

“O desaparecimento de alunos e os ataques contra as escolas converteram-se na marca registada dos bandidos, grupos criminosos e grupos armados não estatais que operam na região”, afirmou o ex-ministro espanhol.

Josep Borrel acrescentou que os grupos “atacam de forma indiscriminada os jovens, os inocentes e os vulneráveis por meio de sequestro para obter resgates, assassinato e roubos impulsionados por motivos financeiros e pelo desejo de semear o medo”.

Fonte: Lusa

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