Lucro do maior banco do Brasil cai 30,1% em 2020

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O Banco do Brasil obteve em 2020 um lucro líquido de 12,7 mil milhões de reais (1,95 mil milhões de euros), 30,1% a menos face a 2019, informou na quinta-feira a maior instituição financeira do país.

O estatal Banco do Brasil destacou que o lucro líquido ajustado, ou seja, excluindo fatores extraordinários, foi de 13,9 milhões de reais (2,13 mil milhões de euros) em 2020, o que representa uma redução de 22,2% em relação ao do ano anterior, facto que a empresa atribuiu à antecipação de gastos “prudenciais”.

No último trimestre de 2020, o lucro líquido ajustado da entidade bancária foi de 3,7 mil milhões de reais (570 milhões de euros), o que representa uma queda de cerca de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O lucro entre outubro e dezembro do ano passado, porém, foi 6,1% superior ao trimestre imediatamente anterior.

A margem financeira líquida, ou seja, receita de operações de crédito, foi de 34,6 mil milhões de reais (5,3 mil milhões de euros) em 2020, 11,3% a menos do que em 2019, enquanto que as receitas por prestação de serviços caíram 1,7%, para 28,7 mil milhões de reais (4,41 mil milhões de euros).

A carteira de crédito totalizou 742 mil milhões de reais (cerca de 114 mil milhões de euros) em dezembro de 2020, representando um avanço de 9% face a 2019.

A entidade destacou o aumento de 25,6% da carteira para pequenas e médias empresas e de 6,7% do crédito destinado a pessoas singulares.

A taxa de incumprimento, que mede a percentagem de créditos com atraso superior a 90 dias, diminuiu dos 3,27% registados em dezembro de 2019 para 1,90% no último mês de 2020.

A instituição, controlada pelo Estado, mas com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, anunciou em janeiro a intenção de realizar um programa de reestruturação com o qual pretende encerrar 361 unidades, incluindo 112 agências bancárias, e oferecer um plano de demissões voluntárias, para cortar cinco mil empregos.

A entidade informou esta semana que um total de 5.533 colaboradores manifestaram interesse em usufruir dos planos de demissão voluntária, o que equivale a cerca de 5,2% do quadro de funcionários.

Fonte: Lusa

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