Angola vai adquirir vacinas fora da iniciativa Covax

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A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, garantiu que o país não está apenas dependente da iniciativa Covax, e que vai adquirir vacinas de outras farmacêuticas que não fazem parte da iniciativa Covax, sugerindo que o governo possa vir adquirir a vacina russa ou chinesa.

A ministra reiterou que Angola faz parte da iniciativa Covax, liderado pela Organização Mundial da Saúde, e que no âmbito deste programa, começam a chegar ao país, nos meados de fevereiro, as primeiras vacinas.

“Ao longo desta semana, eles nos vão informar quando chegará o primeiro lote de vacinas, mas em princípio chega mesmo em fevereiro. Nós já temos cá a cadeia de frio, já adquirimos as arcas ultrafrio para as vacinas da Pfizer e da Moderna, são as que precisam de temperaturas abaixo dos 80ºc negativos”, disse.

Sílvia Lutucuta avançou que atualmente o país tem uma capacidade instalada para conservar 1,5 milhão de vacinas.

“Nós cá já temos 10 arcas e essas arcas têm capacidade para armazenar 1 milhão e quinhentas vacinas”, disse.

Para além das 10 arcas ultrafrio, o país tem ainda a cadeia de frio do programa alargado de vacinação, que poderá ser usada para conservar vacinas como a da AstraZeneca, a vacina russa, a vacina chinesa que exigem temperaturas de 12 a 8 graus centígrados.

O plano de vacinação do governo vai custar 217 milhões de euros e o objetivo é vacinar 52% da população contra a covid-19 em duas etapas, com duas doses.