João Baptista Borges investigado em Portugal por branqueamento de capitais

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O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, está a ser investigado pela justiça portuguesa por suspeitas de branqueamento de capitais, revela uma investigação da emissora televisiva portuguesa TVI.

A reportagem, divulgada na quarta-feira, 6, mostra como João Baptista Borges e vários elementos da família se envolveram em negócios ligados ao sector da energia em Angola, que passaram pela banca portuguesa.

“O sobrinho de Borges tem várias empresas e, nos últimos anos, conseguiu vários contratos de milhões no setor da Energia, em Angola, sempre através de outras empresas” diz a TVI que cita um documento no qual a companhia Hong Kong Yongda Holding subcontrata uma empresa, a Diverminds, para apoio técnico em contratos públicos no sector da Energia, em Angola, por quase um milhão de euros.

Em Portugal, “existe uma outra empresa, exactamente com o mesmo nome desta offshore: Diverminds, também em nome do sobrinho do ministro”, Ricardo Borges.

Com sede em Lisboa, a empresa iniciou a atividade em 2018 e, seis meses depois, começou a circular dinheiro.

“Passou, pelo menos, por um dos principais bancos portugueses e acabou por fazer soar as campainhas: a banca, obrigada por lei a reportar movimentações suspeitas, denunciou o caso à Polícia Judiciária”, revela a TVI que diz que, frente a um um eventual crime de branqueamento de capitais, a Unidade de Informação Financeira da Polícia Judiciário (PJ) decidiu encaminhar os dados recolhidos para o Ministério Público, que já abriu um inquérito.

Em nome da Diverminds, em Portugal, são registados vários bens, como carros de luxo, um prédio inteiro no Porto e um apartamento em Lisboa.

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