Pastores da IURD respondem em tribunal

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Quatro pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) estão a ser julgados, nesta segunda-feira, no Tribunal do Benfica, em Luanda, por crimes de agressão e desacato à autoridade.

No mesmo processo estão arrolados quatro seguranças de uma empresa que presta serviço num dos condomínios onde habitam os pastores igualmente acusados dos mesmos crimes.

Os arguidos, incluindo um pastor brasileiro e três angolanos, são acusados de agredir e proferir injúrias contra o comandante da Esquadra do Talatona, na passada semana.

O caso ocorreu quando as forças de segurança tentavam apaziguar um desentendimento entre integrantes da igreja, motivado pelo impedimento do acesso a uma das residências do condomínio.

Até ao momento já foram ouvidos quatro réus (pastores), faltando os quatro seguranças envolvidos na agressão.

Durante a sessão de audição, que pode ser concluída ainda hoje, os três primeiros pastores ouvidos negaram as duas acusações de que são alvos.

A crise na IURD Angola começou a crescer de tom a 28 de Novembro de 2019, altura em que 300 fiéis angolanos, entre pastores e bispos, acusaram, pela primeira vez, a ala brasileira.

À época, assinaram uma petição e denunciaram as supostas práticas à Procuradoria Geral da República (PGR), que instaurou um processo-crime, ainda sem resultados.

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