Fome continua a desafiar a pandemia nos arredores de aputo

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Falta de comida na mesa faz com que Maria Aida, 60 anos, saia de casa todos os dias com destino ao mercado de Laulane, Maputo.

A rotina está traçada, mesmo sabendo que os mercados são os locais de maior propagação de covid-19 na capital moçambicana e que ela já está numa idade considerada de risco.

“Eu nunca parei de vender aqui no mercado, mesmo com a doença. Porque o que incomoda mais é a fome. O meu marido também parou de trabalhar por causa da pandemia. E se eu fizer o mesmo? O que nós vamos comer”, questiona a comerciante.

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