Reino Unido encoraja uso da telefonia para maior inclusão financeira

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O ministro para o Investimento do Reino Unido, Gerry Grimstone, encorajou, nesta quarta-feira, a partir de Londres, Angola a aproveitar o uso da telefonia móvel para o aumento da inclusão financeira da população.

Actualmente, cerca de 30% da população está inserida no sistema financeiro de um universo de 30 milhões de habitantes, na sua maioria jovem.


Até Agosto deste ano, os dados apontavam para seis milhões 857 mil e 62 pessoas que faziam o uso do serviço de internet no país e o sector da telefonia móvel conta com mais de 14 milhões de subscritores das redes de telefonia móvel da Movicel e Unitel.


Para Gerry Grimstone, o acesso à internet e à telefonia móvel são essenciais para que Angola alargue a inserção financeira, incluindo nas zonas mais distantes dos centros das cidades.

Ao falar no webinar sobre “Inclusão Financeira e Globalização”, uma iniciativa da Academia de Santa Catarina, Brasil, Gerry Grimstone referiu que, apesar do número ainda ser baixo, enalteceu o empenho de Angola em relação aos esforços empreendidos para a estabilização da situação macroeconomia.


“ Quero felicita-vos por todos os progressos feitos até à data. E agora que estabeleceram os alicerces todos é importante fazer crescer a base e verem como podem atrair mais investimentos”, disse.

Com base na experiência vivida na Índia, o governante britânico referiu que aquele pais atingiu grandes êxitos na inclusão financeira da população, aproveitando o uso da telefonia móvel que permitiu alcançar os milhares e milhares de usuários.


Naquele Pais, acrescentou, todos tem um único número de identificação e outro biométrico, que permite as transacções bancárias por via do telemóvel, o que facilita as instituições financeiras a tramitarem desde os mais pequenos aos grandes volumes monetários.


Lembrou que Angola é um pais com enorme potencial económico e a sua economia está classificada em 5º lugar a nível da África Subsariana e tem recursos naturais suficientes para a diversificação da sua economia e melhorar o seu PIB Per Capita.


Manifestou a disponibilidade de ajudar Angola a melhorar o seu PIB Per Capita e aponta a diversificação da economia a chave deste sucesso, incluindo as zonas rurais.
Em relação ao programa de privatizações, disse ser um elemento essencial e um dos motores mais importante para a atracção do investimento estrangeiro.


O Reino Unido tem uma Agência de Desenvolvimento com foco no sector financeiro, e que trabalha com o Governo, ou sejas, recebe dinheiro e investe em assistência técnica para a evolução dos mercados financeiros.
 

Com capacidade de proporcionar investimento em infra-estruturas, a Agência já opera em África em domínios de reformas políticas regulamentares e estão activos em grupos de reflexão no continente.

Por sua vez, O Ibukun Adebayo, director- adjunto dos mercados Emergentes do Grupo Bolsa de Valores de Londres, considera a inclusão financeira em Angola como um mercado ainda na fase embrionária.

Olhando para população jovem, com uma idade media de 16 anos , disse ser preciso o contínuo investimento no sector formal.
O foco principal é saber o ponto de partida que permita aos jovens que tem acesso a internet para participarem no comércio electrónico da melhor forma.
 

O presidente Executivo do Standard Bank Angola , Luís Teles, referiu que a inclusão financeira apresenta uma meta ainda critica.
 

Segundo Luís Teles, parte das iniciativas do Banco Nacional de Angola (BNA) está a estimular os banco a apresentar soluções financeiras que permitam oferecer serviços a população, apesar de o seu progresso ter sido muito lento.
 

“ Acho que devemos ser mais pragmáticos em torno do que é preciso fazer” , defendeu Teles sustentando que nem com o aumento de balcões o pais conseguiu atingir níveis altos de inclusão financeira.


No seu entender, a inclusão financeira passa também pela expansão dos serviços digitais.

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano falou dos passos que estão a ser dados para a inclusão financeira de mais cidadãos.

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