Angolanos na África do Sul lançam “grito” de socorro

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Centenas de cidadãos angolanos retidos na África do Sul por força da pandemia do coronavírus voltaram a lançar, nesta quinta-feira, um pedido para o seu repatriamento.

O pedido foi feito durante um encontro com a embaixadora Filomena Delgado.

“Estamos sem soluções. Temos crianças a alimentarem-se muito mal por falta de recursos”, disseram à embaixadora.

A maior parte do presente deslocou-se à África do Sul entre os meses de Fevereiro e Março por razões de saúde e viram todos os seus recursos esgotados e com dificuldades de receberem remessas monetárias de Angola, seis meses depois de cumprirem os Estados de Emergência e de Calamidade decretados pelas autoridades locais.

Entre o grupo esta Soraia Moreno, que foi operada à coluna em Joanesburgo.

Considera que a situação é insustentável por estarem a viver de caridade para conseguirem uma brigo.

A propósito, a embaixadora Filomena Delgado avançou que os ministérios das Relações Exteriores, da Saúde e a Comissão Multissectorial para o Covid-19 têm consciência da situação dos angolanos na África do Sul.

Conforme a diplomata, com a reabertura das fronteiras será encontrada uma solução de programação de repatriamento com a transportadora TAAG.

Depois do primeiro repatriamento de cerca de 500 angolanos ocorridos no mês de Julho deste ano, os Serviços Consulares de Angola em Pretória, Joanesburgo e Cape Town registaram 900 pedidos de regresso ao país, entre estudantes, doentes e crianças em idade escolar.

Dos 11 casos de infecções de angolanos desde o início da pandemia, registou-se uma morte e 10 estão complemente recuperados.

A África do Sul tem um saldo de 674 mil casos da Covid-19, 608 mil (90%) recuperados, 16.734 mortes e ainda 49.493 infecções activos.

Nos últimos seis meses foram feitos quatro milhões e 200 mil testes de Covid-19, cujo epicentro está na província de Gauteng (Joanesburgo e Pretória), com 220 mil casos, seguido pela Kwazulu Natal, com 119 mil, e o Cabo Ocidental, com 110 mil.

O país começou o Estado de Emergência, com o nível 5, e hoje está no nível 1, que lhe permite a reabertura de fronteiras, escolas, comércio e uma maior mobilidade de pessoas e mercadorias.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.