MINSA reitera “rigor preventivo” nas igrejas

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Com a liberalização da actividade religiosa em Luanda, a partir deste sábado, 19, o Ministério da Saúde (MINSA) reitera o cumprimento rigoroso das medidas de prevenção contra a Covid-19, durante a realização dos cultos.

Os cultos e missas em todo país, com grandes ajuntamentos, tinham sido proibidos em Março último, quando foi decretado o Estado de Emergência, no âmbito do Plano de Contingência para mitigar a propagação do vírus, que infectou até agora no país 3.901 pessoas e 147  óbitos.

A retoma dessas actividades vem no cumprimento do último Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, em vigor desde o dia 09 do presente mês, que impõe medidas rígidas de biossegurança dentro dos templos.

Para o efeito, as congregações religiosas criaram condições de biossegurança exigidas pelas autoridades sanitárias para evitar a propagação do vírus, com destaque para equipamentos de higienização para a lavagem das mãos.

Ao abrigo do Decreto Presidencial, as igrejas estão igualmente obrigadas a criar condições para o cumprimento do uso de máscaras, dentro e fora dos recintos, medição de temperatura, lotação limitada a 50 por cento da capacidade do lugar, quando realizada em local fechado, com limite máximo de 150 pessoas, sendo respeitada a distância mínima de dois metros entre fiéis.

“A doença não é muita amiga de ajuntamento populacional. No recinto de culto devem as pessoas observar o distanciamento, a lotação definida e prever as medidas de biossegurança”, reafirmou Franco Mufinda.

Aconselhou ainda a população a procurar os cuidados de saúde sempre que apresentar febre, tosse dificuldade respiratória, diarreia, dor do peito, das articulares, musculares, de cabeça, calafrios e cansaço, entre outros.

O país conta com 3.901 casos positivos, com 147 óbitos, 1.445 recuperados e 2.309 activos.

Dos activos, dois em estado crítico com ventilação mecânica invasiva, 13 graves, 49 moderados, 60  com sintomas leves e 2.185 assintomáticos.

Quatrocentos e quarenta e quatro doentes estão sob seguimento nos centros de tratamento.

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