MPLA pede fiscalização rígida às obras do PIIM e maior absorção da mão de obra local

MPLA pede fiscalização rígida às obras do PIIM e maior absorção da mão de obra local

O Secretariado do Bureau Político do MPLA recomendou, esta terça-feira, a contínua fiscalização das obras inseridas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Lançado em Agosto de 2019, o PIIM previa, inicialmente, um total de 236 acções, nos sectores da saúde, educação, construção e obras públicas, infra-estruturas administrativas, estradas energia e águas, segurança e ordem pública, urbanismo e saneamento básico.

Criado para abranger os 164 municípios do país, tem um valor total de USD dois mil milhões, provenientes do Fundo Soberano de Angola.

Este plano congrega necessidades e iniciativas dos municípios, ajustadas às prioridades locais e aos anseios da população.

Os órgãos da administração local respondem por 68 por cento da programação, enquanto que os outros 32 % são da responsabilidade central.

A meta é disponibilizar quatro mil salas de aulas, por todo o país, assim como construir, reabilitar e apetrechar mais unidades sanitárias.

Em simultâneo, prevê-se a construção de oito edifícios para o funcionamento das autarquias locais, 500 escolas primárias e 36 complexos administrativos.

Os programas, projectos e acções inscritos no PIIM incidem, fundamentalmente, nos sectores da saúde, construção e obras públicas, urbanismo, energia e águas, segurança e ordem pública, saneamento básico e infra-estruturas, administrativas e autárquicas, e, por último, intervenção nas vias de comunicação.

No comunicado final do encontro com os primeiros secretários provinciais do MPLA, os participantes recomendaram, ainda, maior absorção da mão de obra local, tendo em vista a geração de novos postos de trabalho.

Durante o encontro, presidido por Luísa Damião, Vice-presidente do MPLA, foram analisados vários assuntos relativos à vida interna do partido e à situação económica e social do país.

Os membros do Secretariado do Bureau Político e os primeiros secretários provinciais avaliaram e congratularam-se com o resultado do trabalho político e organizativo e o seu impacto no período de vigência do Estado de Emergência e da Situação de Calamidade Pública, devido à pandemia da Covid-19.

Encorajaram, igualmente, o trabalho de mobilização e sensibilização dos  comités provinciais e organizações sociais do partido, no quadro da prevenção e combate à Covid-19, assim como a realização de acções de solidariedade e humanismo a favor das populações vulneráveis.

Apreciaram a informação sobre a proposta da agenda de trabalho da IV Reunião Ordinária do Comité Central do MPLA, as acções a desenvolver no III quadrimestre de 2020, com destaque para a preparação e realização do 7º Congresso Ordinário da OMA, o VIII Congresso Ordinário do partido, a elaboração do Plano de Actividades e a Agenda Política para 2021.

A reunião decorreu por vídeoconferencia.

Fonte: Angop

Close Menu