Governo reitera transformação de residência de Agostinho Neto em museu

Governo reitera transformação de residência de Agostinho Neto em museu

O vice-governador de Malanje para o sector Político, Económico e Social, Domingos Eduardo, reiterou hoje (terça-feira), nesta cidade, a intenção do governo transformar a residência onde viveu o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, em museu.

Essa intenção, de acordo com o responsável, visa homenagear a figura de Agostinho Neto enquanto fundador da nação, bem como dar novo alento e dignidade a residência e a rua 15 de Agosto, onde a mesma se situa.

Sem precisar datas de execução, o vice-governador realçou igualmente o projecto de construção da aldeia de Teka-dia-kinda, na comuna de Xandel, município do Quela, em homenagem às vítimas do massacre de 4 de Janeiro de 1961, uma iniciativa que visa também honrar a memória de Agostinho Neto, por ser ele o mentor da mesma, o que ainda não se concretizou devido ao conflito armado que afectou o país.

Domingos Eduardo falava na abertura das jornadas do Conselho Provincial da Juventude (CPJ) comemorativas ao 17 de Setembro, Dia do Herói Nacional, tendo na ocasião reflectido sobre a vida, obra e trajectória do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.

Considerou que Malanje entra na senda das exaltações do fundador da nação, pois para além de ter residido nela e prometido a construção da aldeia de Teka-dia-kinda, foi a última província do país que visitou antes de falecer e onde proferiu o seu maior legado, segundo o qual, “O mais importante é resolver os problemas do povo” e “A revolução vai continuar, a revolução vai triunfar”.

Por outro lado, o vice-governador anunciou a promoção da festa do centenário de Agostinho Neto, a 17 de Setembro de 2022, a nível nacional, como forma de continuar a enaltecer a sua figura.

Na ocasião, a secretária executiva do CPJ em Malanje, Maria Ulo, realçou que falar do Herói Nacional, é falar de uma pessoa que lutou e deu o seu melhor para a libertação dos angolanos do jugo colonial, cuja luta culminou com outras conquistas até ao alcance da paz em 2002, rumo ao desenvolvimento integral do país.

Fonte: Angop

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